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Archive for dezembro, 2010

Aniversário 2 anos KCLA Brasil

Posted by dellanio On dezembro - 29 - 2010

Aniversário 2 anos – KCLA Brasil

Posted by dellanio On dezembro - 28 - 2010

Confira a primeira galeria de fotos:
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Confira a segunda galeria de fotos:
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Aniversário do Kansas Clube Leões do Asfalto

Posted by nicollas On dezembro - 27 - 2010

Veja as fotos do anivversário do KCLA, dois anos de estrada, amizade e novos amigos

O KCLA Brasil deseja a todos um Feliz Natal!

Posted by dellanio On dezembro - 24 - 2010

GARUPA, OU CO-PILOTO?

Posted by dellanio On dezembro - 18 - 2010

Por Ricardo Lugris

Hoje, quero falar da categoria mais injustiçada no motociclismo:

O GARUPA, que eu aqui vou preferir chamar de PASSAGEIRO.

Vou começar falando da experiência viajando junto com minha mulher como passageira centenas de milhares de km.

Eu, pilotando a moto e ela ali, fiel, coladinha em mim, acreditando e confiando em tudo o que eu faço durante horas e horas em muitos horizontes.

Foi sempre assim? Ela nasceu sabendo o que fazer em cima de uma moto ?

A coisa é simplesmente terminar de arrumar a bagagem e as valises, colocar tudo na moto e, no espaço que sobrar, você coloca a sua passageira?
(Aliás, tem muitos que ainda instalam uma mochila enorme nas costas da pobre parceira…)

Nada disso. Stop. Vamos retomar o assunto.
Quanto tempo nos últimos anos você gastou com sua passageira para explicar como funciona o princípio da motocicleta?

Lembro de um amigo que, vendo com admiração nossas viagens, minha mulher e eu ali, juntos, enfrentando as fronteiras desse mundo, me disse:

Ah, você é tem sorte, minha mulher não quer mais nem saber da moto….
E eu pergunto: E você tentou fazer com que ela goste?
Claro! Levei ela comigo de Sampa a Campos do Jordão em um domingo na minha DUCATI Monster super esportiva.
Foram somente 400 km, ida e volta e chovia um pouco….
Ela tinha bom equipamento?
Bem, uma jaqueta de nylon e bons tênis Nike, sem luvas.

Seguramente ela voltou cansadíssima, irritada, molhada e gelada.
Nunca mais. Ele perdeu ali a parceira para a moto.

Essa história caricatural é um pouco o que acontece com muitos motociclistas que colocam suas parceiras em uma moto pela primeira vez, como se coloca alguém que vai fazer Paraglider começando pela Pedra da Gávea….

Com minha mulher, pelo simples fato de que ela não sabe nem andar de bicicleta, inciamos muito suavemente a fazer passeios de 1h, passeios de uma tarde, de um fim de semana e, quando ela mal percebeu, estava indo comigo da França até a Rússia, 8500 km!

Um pouco como a história do Paraglider, você começa baixinho e, quando percebe, já está saltando do topo de uma montanha.

Acredito que sua garupa pode ser muito mais do que outra peça de bagagem: Ela pode ser seu co-piloto.

Quando a gente viaja, vai vendo passar aqueles inúmeros quilômetros com relativa facilidade. Estamos ocupados pilotando a moto, verificando o computador de bordo, brincando com o GPS, calculando quantos kms faltam para a próxima pausa, etc.
Enquanto isso, nossa parceira faz o que? Não faz nada.

Fica ali, olhando a paisagem, se houver uma e se ela tiver altura suficiente para poder ver por sobre o seu ombro e pensando o que ela está realmente fazendo ali… Fidelidade, meu caro, tem limite.

Foi aí que minha mulher e eu começamos a desenvolver idéias para que a viagem de moto tenha para ela a mesma dimensão que tem para mim.

Vamos ver se eu consigo enumerar algumas dessas técnicas, se é que podemos chamá-las assim:

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Um bom sistema de comunicação leva a uma boa conversa

Intercomunicador nos capacetes – Importante poder conversar. Esse negócio de sua parceira ter que te dar um “cascudo” no capacete para te dizer que quer parar para fazer xixi é muito tosco. Não serve em uma viagem de várias semanas.

Além do mais, você aproveita a estrada para levar aquelas conversas longas e colocar em dia um monte de “probleminhas” do casal.

Lembre-se que ela não vai poder abandonar a conversa pois vocês estão a mais de 100 km/h na estrada. (a Daehr, alemã fabrica um equipamento muito bom, fácil de instalar em qualquer capacete. O meu, ainda é por cabo, com cada um de nós conectados na moto).

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Equipamento compatível com o tipo de viagem para ambos.

Equipamento pessoal – Ela tem que ser o mesmo equipamento seu. No nosso caso, minha mulher e eu usamos o mesmo material e variamos a cor. Assim, quando chover, fizer frio, calor, neve, poeira, vento, etc. O que você sofrer, ela sofre (ou não) da mesma forma. Se você estiver bem protegido, ela o estará também.

No meu caso, como uso a Jaqueta Rallye Pro 3 da BMW, tenho um grande bolso nas costas que minha mulher usa como depósito para colírio, batom, mentas, chocolate, creme hidratante e todas essas coisas absolutamente essenciais que as mulheres insistem em levar com elas. (Deixe ela levar, você nunca sabe quando vai bater aquela abelha no seu olho e você vai precisar daquele colírio esperto que ela carrega…)

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Bons capacetes fazem a diferença

Vigilância na estrada – Minha mulher comparte comigo o espelho retrovisor esquerdo. Faço a regulagem do espelho de forma a que nós dois possamos ver o que nos segue ou o que tenta nos ultrapassar. Combinamos que uma leve pressão de sua mão na minha cintura indica que estamos sendo ultrapassados ou que vem um carro, pela direita, ou pela esquerda segundo o lado da pressão. Várias vezes ela me tirou do aperto pois, está claro que quatro olhos vem muito melhor do que apenas dois.

Fotos – A maior parte de nossas viagens se passa em pequenas estradas do interior. Assim, temos tempo de apreciar a paisagem e estamos todo o tempo comentando o que vemos e o que está acontecendo ao nosso redor.

Uma das atividades que minha mulher mais gosta enquanto rodamos por esse mundão é a de fotografar a paisagem. No final do dia, revisamos as fotos e apagamos aquelas que não servem. Mesmo assim, muitas fotos registram lugares que passamos e que não tínhamos percebido sua beleza.

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Trabalho de equipe a dois

Navegação e Planejamento – Planeje com ela as etapas. Nossa parceira pode ajudar enormemente na navegação. Você pode colocar, aplicado com velcro, um porta-mapas nas costas de seu blusão e sua parceira pode ajudá-lo a localizar-se. Esta ajuda é muito bem vinda mesmo quando você tem um GPS instalado.

Bagagem – Comparta a organização da bagagem. Mulheres são em geral mais organizadas do que nós. Proximamente escreverei sobre a viagem a dois e a bagagem.

Abastecimento e pagamento – Um abastece, o outro vai pagar o posto de gasolina, etc.

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Cada um viaja com sua garupa como acha melhor

Pausas de descanso – Veja com ela qual o limite do conforto das etapas entre pausas de descanso. Em solo, você pode fazer 3 ou 4 horas sem parar, a dois, você deve ser muito mais freqüente. Acostume-se a parar a cada 1:30 h com 15 minutos apenas de pausa. A viagem vai render muito mais.

As idéias acima são apenas algumas sugestões para fazer de sua viagem com sua parceira uma atividade em equipe. Com isso, você terá em sua passageira alguém muito mais disposto a enfrentar os desconfortos de uma viagem de moto.

Ela será parte da viagem e o prazer será muito mais do que o dobro.

Lembre-se: Se ela estiver descontente, sua viagem vai ficar muito mais longa e nem um pouco divertida… A moto é um espaço demasiado pequeno para desentendimentos.

Depois destes comentários, deixe-me lembrá-los que para nós motociclistas, rodar em moto é algo praticamente evidente e óbvio. Estamos fazendo isso há anos e temos a experiência para chegar onde chegamos.

Se você convidar alguém para viajar junto que não está habituado à motocicleta, lembre-se de tomar seu tempo para lhe explicar as suas regras de segurança, cada um tem as suas. Explique a ele/ela quando e como subir e descer da moto, como se comportar em caso de aceleração, de frenagem, em curva, com a moto parada, etc.

Explique tudo isso antes de sair, sem o capacete e sem pressa.

Seja amável com ela e certifique-se que ela entendeu as suas explicações.

Uma vez que vocês estejam prontos, enquanto a moto esquenta o motor, verifique se seu capacete está bem colocado e que a jugular está bem fixa mas sem apertar, o colarinho do casaco fechado, luvas ajustadas, a calça cobrindo as botas e as mangas bem ajustadas para evitar a entrada de frio.

Lembre-se que sua parceira está mais exposta ao frio e à chuva do que você e precisa ser protegida não só contra esses elementos mas também no eventual caso de uma queda. ( Não gosto de falar disso mas é sempre uma possibilidade).

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Nossas parceiras bem equipadas

No caso de uma garupa de “primeira viagem”, faça um esforço para nos primeiros minutos assegurar uma conduta suave, sem acelerações bruscas e mais lentamente do que de hábito para você.
Um bom motociclista saberá dar confiança a seu passageiro e seguramente não conduzirá a moto da mesma forma que quando está em solo.

O passageiro, ou a passageira, deverá poder se manter na moto sómente apoiada por suas pernas, sem ter que se segurar no apoio lateral ou no piloto.

Um bom e simples teste para isso é que o garupa possa se levantar um pouco da sela, descolando o traseiro, sem usar suas mãos. Faça esse teste com ela.

Um dos melhores exemplos de trabalho em conjunto entre piloto e passageira que vi na minha vida foi em uma viagem que fiz ao Marrocos em 2007 e que incluía um tour pelo Sahara. (Já no site Rotaway)
Visitaríamos Merzuga, umas dunas magníficas na entrada do grande deserto onde nos hospedaríamos em um campo Berbér e teríamos que pilotar por 60 km fora de estrada. Precisaríamos pilotar em pé para poder baixar o centro de gravidade da moto e ter mais estabilidade, sobretudo, porque viajávamos com motos muito carregadas.

Eu estava viajando em solo mas um amigo e grande parceiro de viagens, Cláudio Giacosa, um bravo italiano, viajava com sua esposa em uma GSA.

Cláudio e sua mulher fizeram os 60 km em pé nos estribos, ambos, em uma perfeita sincronização naquele terreno traiçoeiro entre poeira e areia.

Ela, em pé, segurava firmemente o cinto de seu marido enquanto pilotavam com destreza e segurança através do Sahara.

Devemos levar em conta que a moto muda de atitude quando temos o passageiro e o extraordinário prazer de rodar a dois exige alguns ajustes na motocicleta, como a pressão dos pneus ou a regulagem da suspensão.

Você deverá ajustar as suas distâncias de aceleração e frenagem ou mesmo, o tempo de ultrapassagem que já não será mais o mesmo.

Sua passageira, em suma, deverá estar confortável e a melhor maneira de chegar a isso cabe a cada um de nós descobrir.

O que eu sei é que, compartir a maior parte de minhas viagens com minha companheira de toda a vida, acrescentou algo misterioso e importante em nossa relação:

A cumplicidade. Somos culpados de muitos quilômetros juntos.
Boa estrada e grandes viagens a dois para vocês.

Ricardo Lugris

Repentistas- Alto da Sé – Olinda/PE

Posted by dellanio On dezembro - 18 - 2010

Encontro Bastião x Chico Macacão

Posted by dellanio On dezembro - 8 - 2010

DE MOTO NO LITORAL SUL DA PARAÍBA

Posted by dellanio On dezembro - 8 - 2010
O litoral sul da Paraíba possui praias paradisíacas e, muitas vezes, desertas. Elas pertencem a dois municípios da Paraíba: Conde e Pitimbu. Uma grande vantagem da Paraíba em relação aos outros Estados do Nordeste é a curta distância entre as praias e a capital. Dá para visitar as praias mais distantes dos sul com apenas uma hora de viagem. Para chegar até Tambaba, gastam-se apenas trinta minutos. As estradas estão asfaltadas, em ótimo estado e com boa sinalização. Excelente dica para o Moto Turismo

Se você deseja fugir da cidade, há boas opções de hospedagem no Litoral Sul. Diferente de todas as praias de João Pessoa, o litoral sul é composto de praias com falésias coloridas, rios e lagoas. Embora o passeio de buggy seja o mais comum (e uma excelente opção), não são poucos os motociclistas que curtem um passeio tranqüilo e com uma vista incrível pela rodovia PB 008, que recentemente recebeu sinalização turística.

Algumas das praias mais famosas são:

Tambaba

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- 40 km do Centro de João Pessoa

- Acesso via Rodovia PB 008

Chegando na entrada da praia há um pedágio efetuado pela Prefeitura de Conde. Antes de passar pelo pedágio, estacione no alto da falésia e admire a vista. Depois pague e desça, pois vale a pena. Não há como negar que a praia mais famosa da Paraíba é Tambaba. Tambaba é famosa por ser a primeira praia de nudismo oficial no Nordeste e a segunda no Brasil, desde 1989. Por ser protegida por rochas, há um espaço de 200 m onde banhistas que querem usar trajes de banho usufruem das piscinas naturais, e passando por uma escada sobre as rochas, chega-se na área de acesso restrito aos naturistas. Não pense que tudo é permitido… Há seguranças que controlam a visitação, já que homens desacompanhados não entram e é proibido filmar ou fotografar. Mesmo que você não seja adepto do nudismo, vale a pena ir até a área não restrita. Do alto da falésia você verá a melhor vista do mar turquesa e descendo até a praia poderá descansar nas piscinas naturais cercadas por rochas. Andando por uma pequena trilha, você terá acesso a uma larga faixa de areia com mar propício para surf. É a visão do paraíso! Há três bares restaurantes, sendo um no estacionamento, outro na área livre e outro na área restrita ao naturismo.

Coqueirinho

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- 35 km do Centro de João Pessoa

- Acesso via Rodovia PB 008

Para acessá-la, o ideal é ir pela praia à pé a partir de Tabatinga ou de Buggy, pois a estrada de acesso é imprime, de terra com erosão. Mas se o objetivo é uma aventura com sua moto, o lugar não poderia ser mais adequado! É uma das mais bonitas da região, com muitos coqueiros na areia da praia, falésias e canyons coloridos, mergulho para visualização de corais e fontes de água cristalina. Há também pontos para surf com ondas fortes. Antes de chegar à praia, há o mirante Dedo de Deus, com uma vista deslumbrante.

Tabatinga

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- 25 km do Centro de João Pessoa

- Acesso via Rodovia PB 008

Há pontos onde o mar é agitado e outros com piscinas naturais, recifes e corais. Há o encontro do rio com o mar, transformando-a em uma das praias mais agradáveis de toda a Paraíba, pois sua diversidade atende a todos os gostos. Assim como Carapibus, há muitas e belas casas de veraneio e pousadas. Para chegar à praia, você descerá por uma pequena escada trabalhada na falésia. Há um agradável e curioso quiosque no canto direito de Tabatinga, com redes e piscina de pedra. Ideal para relaxar.

Carapibus

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- 22 km do Centro de João Pessoa

- Acesso via Rodovia PB 008

Tem falésias, recifes, corais, piscinas naturais, ondas fracas, rios e lagoas de água doce. Há muitas e belas casas de veraneio, assim como acolhedoras pousadas. É uma praia mais tranqüila e sofisticada, local com melhor infra-estrutura de hospedagem da região.

Praia do Amor

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- 20 km do Centro de João Pessoa

- Acesso via Rodovia PB 008

Antes de entrar em Jacumã, pegue uma estrada de terra à esquerda e em 200 m você estará na Praia do Amor. Há duas entradas para a praia. Ao fundo há falésias com mar calmo e mais próximo à Jacumã o mar é mais revolto. É famoso pela pedra furada formada pelas ondas do mar, onde os casais passam por ela e tiram fotos encantadoras.

Jacumã

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- 20 km do Centro de João Pessoa

- Acesso via Rodovia PB 008

A praia de Jacumã é a mais urbanizada, popular e movimentada do Litoral Sul, rodeada por vila de pescadores com seus barquinhos e jangadas, casas de veraneio e bastante comércio. Há bares, restaurantes, quiosques de praia, posto de combustível, imobiliárias, guias de passeio, mercados, farmácias, pousadas e hotéis. Durante o Carnaval, é difícil entrar e sair da cidade.

Fonte: Paraíba Brasil, adaptado (via RotaWay.com.br)

2º Olinda MotoFest

Posted by dellanio On dezembro - 5 - 2010

Viagem tranquila e emocionante a belíssima cidade de Olinda-PE. Confira algumas fotos de nossa viagem aqui. Em breve nosso relatório.

Viagem KCLA Sousa-PB

Posted by dellanio On dezembro - 3 - 2010

KCLA-SE e Rita Lee
Enviado por gumaiu