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Restauração de motos antigas

Posted by gumaiu On dezembro - 23 - 2011

Restaurar motos antigas pode ser um hobby dos mais gratificantes, ou sua salvação.

Restaurar motos antigas pode ser um hobby dos mais gratificantes, ou a salvação de sua vida e a recuperação de sua alegria de viver.

Entretanto, quem está pensando em dedicar-se a essa atividade, deve ter em mente que vai precisar ter muita paciência e pesquisar muito.

Antes: ferrugem, peças quebradas, amassadas ou faltando, uma coisa que alguém menos atento mandaria para o ferro velho sem pensar duas vezes.

Depois: uma belíssima moto antiga, brilhando como nova.

História
Antes de começar a restaurar, é preciso reunir o máximo de informações possível sobre a máquina:

- País de origem, marca, ano de fabricação… No caso de motos muito antigas é comum não haver documentação e não se saber sequer o nome do fabricante.
Neste caso, examine a moto cuidadosamente: em algum canto, em alguma peça, deve estar gravado o nome, observe sua feitura, acabamento do material, e pesquise na internet fotos de motos antigas, certamente vai perceber uma peça semelhante a de sua moto.

Outra forma de conseguir informações é tirar fotos coloridas da moto e enviar para colecionadores e revistas especializadas.

Ainda não temos notícias de sites na Internet sobre restauração especificamente para motos italianas alemãs etc, mas temos no Brasil:

www.motosclassicas70.com.br
www.motosantigas.com.br

Uma vez identificada a moto, o primeiro passo é a aquisição do seu respectivo manual de peças e esquema, com seus Part Number e depois sim pode-se iniciar a busca por peças e componentes, como um verdadeiro quebra cabeças e prepare-se para trabalhar(separe um quarto para guardar as peças ou uma caixa de madeira com chaves).

Se a sua moto é européia, vale lembrar que muitas fábricas, concessionárias e lojas de peças desapareceram por causa da Segunda Guerra Mundial, o que pode dificultar um pouco as coisas, mas tenha certeza que em algum lugar vai encontrar a peça desejada.

Mecânicos, concessionárias, colecionadores e fabricantes (quando ainda existem) são boas fontes de informações. Depois de ter conseguido as peças de que precisava, você deve decidir se quer por a mão na massa pessoalmente ou se vai recorrer a um especialista, tarefa quase impossível encontrar um mecânico de confiança.

Lembre-se de que para ter bons resultados, é preciso ter bom conhecimento técnico, ferramentas adequadas e muito tempo disponível.
A pressa é a inimiga da perfeição, curta cada momento de sua obra prima


Caso decida fazer tudo por conta própria, eis algumas dicas:
- Faça Amizade com um bom mecânico, ele vai se tornar seu melhor amigo.
- Engrenagens, coxins e pistões podem ser adaptados por um custo razoável.
- Já um cilindro, uma bomba de óleo ou carburador são difíceis de substituir, mas quase sempre há a possibilidade de recuperar a peça. Se algum desses elementos estiver quebrado ou faltando e você não conseguir encontrar peças originais, pode tentar colocar um anúncio em publicação especializada.
- a pintura requer cuidados redobrados. Antes de as motos começarem a ser produzidas em série, muitas delas tinham os tanques e rodas pintados à mão por excelentes artesãos.
- quanto aos cromados, antes de mais nada, veja se são cromados mesmo. Até os anos 20 quase tudo era niquelado, não cromado.
- preocupe-se sempre com a manutenção após a reforma, e proteja suas peças da famigerada ferrugem.
- As motos antigas Japonesas atualmente está fácil de recuperar, e algumas peças já estão sendo refabricadas pelas motos chinesas.
- Aprenda a usar o EBAY, lá será seu site preferido durante toda a reforma, e depois vai virar hábito visitá-lo.
- coloque etiqueta em todas as peças desmontadas, parafusos sempre em seus lugares, para facilitar a remontagem.
- limpe sempre as roscas das carcaças antes de fechar o motor, evita rachaduras por pressão de sujeira interna.
- Estabeleça um custo fixo mensal/trimestral etc., para aquisiçao de peças e não ultrapasse, você poderá inviabilizar seu projeto
- Leia tudo sobre o seu modelo, lembre-se, as vezes poderá ter peças que foram adaptadas e não pertencem ao seu modelo

Dicas demais IMPORTANTE: por Ailton Cezar

1- Diga para sua mulher que ela é a única, que a ama, e que não tenha ciúmes da moto velha, ela vai andar com você na moto.

2- Informe que as roupas vão estar sujas de graxa, mas lavando sai(um pouco) e a calça e o tapete rasgados, é ácido de bateria mas ainda dá para usar.

3- Parafusos ou peças que estejam no chão, NÃO SÃO LIXO, e devem ser guardadas nas latinhas em volta do quadro da moto, mesmo que estejam enferrujadas e sujas.

4- Informe que: “POR FAVOR NÃO HÁ NECESSIDADE DE ARRUMAR O MONTE DE PEÇAS. que apesar de estarem desorganizadas é assim mesmo que deve ficar.

5- Informe com uma semana de antecedência e diga todos os dias, que no sábado vai para os desmanches e oficinas e NÃO tem hora de retornar(compensará no domingo).

6- Velas, válvulas, retentores, cilindros, diafragma, etc, não é outra lingua, e por favor não peça para explicar seu funcionamento(no momento estarei pesquisando isso)

7- Se encontrar sua blusa de malha novinha enrolando o tanque, não fique zangada, compro outras duas para você, ídem para a panela que está com óleo de motor.

8- Se eu estiver dormindo na garagem ou na sala envolto com peças de motos, NÃo se preocupe, não estou de mal de você, nem vou pedir separação, e não tenho outra mulher.

9- Explique que: se ela te escutar ao telefone com aquele amigo seu, falando de Ariel ou a Java etc, que são lindas e que um dia vai ter uma, diga que não são mulheres, e que é marca de moto e mostre para ela as fotos das respectivas, de preferência coloridas(para ver melhor), e com as devidas explicações do ano de fabricação, lógico.

10- Faça tudo que ela pedir(lavar a louça, carregar o lixo, trocar butijão, leva-la para passear, ir para a praia(somente no domingo), e evite sempre uma situação que possa surgir aquela expressão que todos os motociclistas que adoram motos antigas tenta evitar “Ou ela ou EU.” os custo do divórcio são altos, pensão etc..

E se prepare, após toda sua dedicação empenho noites mal dormidas, e tudo que tenha gasto, ouvir de sua amada, “É, tá bonitinha” , esta é sua chanche de não mais lavar os pratos, limpar a casa, etc…etc…. e aguentar a sogra, ou deixar daquelas saidinhas para lanchar e gastar o valor daquele parafuso que você está necessitando.

LIVRE-SE, pegue sua moto velha-nova, e saia para passear, dar um rolé e curtir cada momento, e volte para casa cheio de vida e pilhas carregadas, tire fotos e compartilhe com os amigos sua experiência suas alegrias dure quato tempo durar, depois liga para sua exxxposa perguntando se ela quer se reconciliar, se não, tome um banho e volte a andar na sua motoca, e seja feliz..

Texto retirado e adaptado do site motoesporte

FELIZ NATAL E PROSPERO 2012!

Posted by gumaiu On dezembro - 23 - 2011

Sabe como funciona o SEGURO?

Posted by gumaiu On dezembro - 23 - 2011
Sabe como funciona o SEGURO?


Sabe como funciona o SEGURO?

Depois da notícia dos aumentos do DPVAT, e lendo na INTERNET  comentários deste e dos artigos anteriores sobre o mesmo seguro, eu percebi que muitas pessoas simplesmente não sabem o que é e como funciona um seguro!

Como eu trabalho para uma empresa que presta serviços para uma grande seguradora, acabei aprendendo muita coisa sobre o funcionamento dos mesmos, e acho que é importante saber como os seguros funcionam, para poder justamente entender o seguro obrigatório e os seguros facultativos.

A história dos seguros

A história dos seguros é um pouco longa, então vou tentar resumir: Antigamente, quando os mercadores transportavam suas mercadorias em caravelas, era relativamente comum que essas mercadorias fossem perdidas, por conta da navegação precária daquela época, ou por conta da ação de piratas. O prejuízo de ter um navio perdido era enorme, pois afinal, o próprio navio por si só já era um bem caríssimo e difícil de repor, e a mercadoria perdida também aumentava significativamente o prejuízo do mercador.Embarcação pirata em combate

Então, alguns mercadores se reuniram para criar um “grupo” de transporte, onde a carga em cada navio era dividida, e cada navio levava uma pequena parte das mercadorias de cada mercador, de modo que todos os navios transportavam mercadorias de todos os mercadores. Sendo assim, caso algum navio fosse perdido, apenas uma parte da mercadoria de cada mercador seria extraviada, e o prejuízo assim seria menor para cada um deles. Além disso, se o navio também fosse perdido, eles compravam um novo em regime de consórcio.
Essa necessidade de “diminuir o risco” da atividade de transporte marítimo foi o pontapé inicial para a criação do mercado de seguros. Não levou muito tempo para que alguém chegasse a conclusão de que, se 10% dos navios que partem nunca chegam ao seu destino, então basta cobrar esses 10% dos outros 90% que chegam para que o prejuízo seja eliminado.

O que é um seguro?

O seguro é uma forma de garantir a estabilidade e a disponibilidade de um bem, como umaMoto, um carro, uma casa, ou mesmo uma vida humana. Ele não foi feito para gerar lucro, mas sim para reduzir o impacto de um prejuízo em potencial. Os seguros sempre são feitos sobre modelos estatísticos, ou seja, através de um universo de segurados, é calculado o risco, e então, pode-se calcular o valor do seguro.
Um seguro é composto pelos seguintes itens:
Risco
O risco é o motivo pelo qual o seguro existe. O seguro serve para eliminar o risco de uma atividade. Por exemplo: Qual o risco da sua moto ser roubada? O risco é calculado por modelos estatísticos, que levam em consideração muitos fatores. No caso de roubo, por exemplo, é considerado o histórico da região, o tipo do local de pernoite, entre outros tantos fatores. O risco é sempre calculado para cada cobertura que o seguro trata, ou seja, o risco de roubo é diferente do risco de acidente, por exemplo.

Vigência
Todo risco deve ser calculado em um período, chamado de vigência. Por exemplo: Qual a chance de sua moto ser roubada entre 01/02/2010 e 01/02/2011. Quanto maior a vigência, maior o risco, e portanto, mais a seguradora vai cobrar para assumir esse risco.

Coberturas
As coberturas são os riscos que o seguro assume. Por exemplo, se você tem um seguro que cobre Roubo, Furto e colisão apenas, caso você bata sua moto em outro veículo, o seguro não precisa pagar o conserto do outro, pois ele não assumiu o risco terceiros. As coberturas de veículos geralmente são Roubo, Furto, Incêndio, Colisão e terceiros. Já nos seguros de vida, podem ser morte, morte acidental, morte violenta, morte por qualquer causa, etc. A diferença é, por exemplo, se você tem um seguro que cobre “Morte acidental”, mas você morrer em um assalto, o seguro não assumiu esse risco, e então, não terá de indenizar o beneficiário.

Capital segurado
O capital segurado é o valor que a seguradora tem que pagar ao segurado para cada cobertura que o seguro cobre. Por exemplo, se você tem um seguro que cobre o roubo da sua moto em 10 mil reais. Se a sua moto for roubada, este é o valor que a seguradora terá que lhe pagar. Mesmo que sua moto valha menos ou mais. Geralmente o capital segurado não ultrapassa 10% acima do valor do bem, para evitar fraudes. O capital segurado pode variar para cada cobertura, ou seja, pode-se ter valores diferentes para Roubo e para Terceiros, por exemplo.

Sinistro
O Sinistro é quando acontece o evento cujo seguro cobre. Ou seja, se você tem um seguro contra roubo, e sua moto foi roubada, então, há um sinistro. O sinistro é quando você avisa a seguradora que ela tem que lhe pagar o seguro.

Indenização
A indenização é o valor que a seguradora paga ao segurado quando há um sinistro. A diferença entre a indenização e o capital segurado é que, no capital segurado, é estipulado quanto será pago em caso de sinistro, e a indenização é o pagamento do sinistro de fato.

Prêmio
O prêmio, ao contrário do que muita gente pensa, é o valor que a seguradora cobra por assumir um risco. Muitas pessoas acham que o prêmio é o valor que a seguradora paga ao segurado quando há um sinistro, o que não é verdade, pois a isso damos o nome de Indenização.
Cada cobertura possui um prêmio, que é o valor que a seguradora ganha por assumir aquele risco. Por exemplo: Num seguro de moto, a cobertura de Roubo tem prêmio de R$ 100, de Furto, R$ 100, e de Colisão, R$ 50. No total, o valor que o segurado terá de pagar por este seguro é de 100+100+50, ou seja, R$ 250.

É do prêmio que sai o lucro da seguradora. Vamos supor que, para o risco de Roubo ou Furto, a seguradora receba R$ 500 de 1000 segurados, portanto, R$ 500 mil. E que o capital segurado seja de R$ 10 mil. E supondo que, ao final da vigência dessas apólices, apenas 2% delas tenham resultado em sinistro, ou seja, 20 segurados. A seguradora então teve de pagar R$ 200 mil em indenizações, e lucrou R$ 300 mil.

Franquia

Vai ficar caro para arrumar!

Vai ficar caro para arrumar!


A Franquia é um valor combinado entre o segurado e a seguradora, para que estes compartilhem um determinado risco. É muito comum em cobertura de colisão. Caso você se acidente e danifique o seu veículo, para que a seguradora pague o conserto, você deve contribuir com a Franquia, ou seja, um valor fixo que vai ajudar a pagar o conserto. Desta forma, as seguradoras conseguem reduzir a quantidade de “pequenos reparos”, pois na maioria das vezes o custo desses reparos é inferior ao custo da franquia que o segurado tem que pagar, então este acaba pagando do próprio bolso o reparo, sem acionar a seguradora.

E porque o DPVAT é igual para todas as Motos, independente do seu valor?

O seguro DPVAT é obrigatório, e possui o mesmo valor de prêmio para todas as motos independente do seu valor de mercado (em 2011, será de R$ 279,25). Isso acontece porque o seguro cobre o mesmo risco para todas as motos, e esse risco é calculado sobre os mesmos valores de capital segurado e pelo mesmo universo de segurados.É importante lembrar que o seguro DPVAT não tem cobertura de danos materiais. As coberturas são apenas para danos pessoais, ou seja, Morte e Invalidez parcial ou total. A vida humana não tem preço, mas na apólice do seguro fica estipulado o valor do Capital Segurado (que atualmente é de R$ 13.500 para Morte ou Invalidez Permanente Total). Portanto, em caso de sinistro, este é o valor que será pago.

Além disso, o DPVAT é um seguro “massificado”, ou seja, é um seguro criado para ser igual para um grande número de pessoas. Ele não deve levar em conta fatores como idade ou histórico de acidentes do condutor ou local por onde a moto circula. Desta forma, o risco é calculado usando dados de um grande universo, sem distinguir os indivíduos a fim de tornar o risco mais preciso e, portanto, diferenciar os valores dos prêmios. Desta forma, como o seguro possui menos variáveis de risco, a gestão do mesmo é mais simples, ainda que o risco não seja tão preciso e, portanto, o valor do prêmio não seja o mais justo para cada segurado.

Posto isso, pense bem: A probabilidade de eu atropelar uma pessoa é a mesma que a de você fazer o mesmo, não é mesmo? Se eu ando de Hayabusa ou de CG, tanto faz, pois o risco é o mesmo. E no caso de um sinistro, quanto a seguradora terá de pagar a vítima? O mesmo valor, independente da moto que o condutor usava. Portanto, se o risco é igual e o capital segurado também é igual, porque o prêmio seria diferente?

E os seguros facultativos?

Como o próprio nome diz, seguros facultativos não são obrigatórios, e portanto, a contratação deles é opcional. De fato, menos de 5% das motos no Brasil possuem seguros facultativos. Isso se deve, principalmente, ao alto valor dos prêmios cobrados pelas seguradoras. Nos carros, este índice sobe para mais de 50%. Os motivos são muitos, mas eu acredito que o principal motivo seja o valor do prêmio cobrado pelas seguradoras, que é elevado e incompatível com o valor dos bens. Um seguro que custa mais de 20% do valor do bem é, na maioria das vezes, inviável.

Fraudes

Quem tem seguro é a Belina. A Ferrari é o Terceiro!Quem tem seguro é a Belina. A Ferrari é o Terceiro!


Os seguros são, freqüentemente, alvos de fraude. Por definição, um seguro é feito sobre um modelo estatístico, pois é necessário determinar o risco. Quando o sinistro é “forçado”, o risco não é mais estatístico, mas sim um risco certo. O seguro então seria inviável nestes moldes. Um exemplo clássico de fraude é quando alguém tem um bem valioso e por algum motivo o bem é danificado de forma que ficaria extremamente caro para consertar, e então o proprietário dá um jeito de “sumir” com o bem, e faz queixa de roubo, obrigando assim a seguradora a repor o bem, ou ainda, encenando um acidente com outro segurado, onde a cobertura para Terceiros seria acionada, evitando assim a necessidade de pagar a Franquia. Esse tipo de atitude contribui muito para elevar o valor dos prêmios, pois quanto mais sinistros o seguro tem, maior será o valor que a seguradora vai cobrar dos segurados.No mercado de seguros de moto, o índice de fraudes é muito grande. Isso explica bem o motivo de os seguros serem caros.

Eu posso ter dois seguros para um mesmo bem?

Você pode ter dois seguros diferentes para um mesmo bem, desde que suas coberturas não sejam conflitantes. Por exemplo, você não pode ter dois seguros que cobrem roubo para a mesma moto. Se ela for roubada, você teoricamente poderia receber duas indenizações. Mas na prática, isso é proibido, pois os seguros não existem para gerar lucro ao segurado. Um seguro é, por definição, uma forma de eliminar um risco, ou seja, apenas amenizar o prejuízo.A única exceção é com relação aos seguros de vida. A vida humana não tem preço, e portanto, não é possível estipular um valor limite para uma vida humana. Acontece que a seguradora pode decidir se vai ou não aceitar um risco. Vamos supor que um sujeito com renda mensal de R$ 500,00 queira fazer um seguro com a cobertura de morte, com capital segurado de R$ 5 milhões. É claro que um sujeito destes não está bem intencionado. O seguro de vida serve para que o segurado deixe uma quantia em dinheiro aos seus beneficiários, de modo que estes, sendo dependentes financeiramente do segurado, possam continuar suas vidas por algum tempo no caso do segurado se ausentar. O seguro não foi feito para dar lucro a ninguém, apenas para amenizar prejuizo, então não faz sentido uma pessoa fazer um seguro de um valor que ele não ganharia em toda a sua vida. A chance de um seguro como estes ter uma fraude é muito grande, então a seguradora simplesmente não assume este risco. Geralmente os seguros de vida possuem capital equivalente a 4 ou 5 anos do rendimento do segurado. Porém, nada impede que uma pessoa faça um outro seguro, em outra seguradora, cobrindo os mesmos riscos. Uma pessoa pode ter quantos seguros de vida desejar, o inconveniente é que ele terá de pagar mais prêmios, e em caso de sinistro, se houver suspeita de fraude (e geralmente há), as seguradoras podem se unir e negar o pagamento da indenização, o que geralmente causa uma grande disputa judicial que se arrasta por muitos anos.

Texto retirado do BLOG de Daniel Ribeiro(motos)

KCLA-SE e Rita Lee
Enviado por gumaiu