Archive for fevereiro 18th, 2012
DICA DO MÊS: PORTO DE GALINHAS – PE
Porto de Galinhas (PE) tem praias paradisíacas, hotéis de primeira classe e consciência ecológica

Localizado a 70 quilômetros de Recife, em uma das partes das mais belas da costa brasileira, o balneário de Porto de Galinhas se tornou há tempos um dos principais destinos turísticos do litoral nordestino. Suas praias de areia branca, afinal, são um cartão-postal eloquente: cercadas, de um lado, por imensos coqueiros e, do outro, por um infinito mar verde-esmeralda, elas representam um destino ideal para pessoas que querem sossego, contato com a natureza e um pouco de hedonismo.
A previsão que dita a maioria dos passeios em Porto de Galinhas não é a do tempo, mas a das marés. Ensolarado durante todo o ano, o balneário fica ainda mais bonito quando, nos dias em que o mar recua, dezenas de arrecifes emergem das águas do oceano para formar piscinas naturais perfeitas para um mergulho.
A elas se chega a bordo de exóticas jangadas que, impulsionadas pelo vento, ajudam a refrescar os forasteiros do calor nordestino. Os turistas se deleitam: nadam nas águas cálidas das piscinas (sua temperatura média é, durante o dia, de 28° C), alimentam cardumes de peixes vorazes e, equipados com máscaras de mergulho, observam um pouco da vida marinha.
Ao sair da água, o visitante tem a opção de subir em um bugue e explorar, por terra, toda a orla da região: no passeio, que sai da praia de Muro Alto e vai até o Pontal de Maracaípe (os dois extremos de Porto de Galinhas), irá cruzar com florestas de coqueiros, ruas pacatas, áreas de manguezal, trilhas de areia e canteiros de obras de novos empreendimentos hoteleiros. Sim, Porto de Galinhas não para de crescer.
Trajetória
Situado dentro do município de Ipojuca, o balneário ganhou seu curioso nome por volta de 1850, quando o comércio de escravos já havia sido proibido no Brasil. “Tem galinha nova no porto!” era o que os traficantes gritavam quando aportavam na região com cargas ilegais de africanos. E os escravos, de fato, vinham escondidos em baixo de engradados de galinhas d´angola, cuja carne era muito apreciada pela nobreza brasileira.
Belo desde sempre, e já devidamente batizado como Porto de Galinhas, o local só viria a se desenvolver como destino turístico de primeira classe nos anos 1980, quando ganhou seus primeiros grandes hotéis. O balneário, porém, sofreu um surto de cólera em 1992, o que abalou profundamente o movimento turístico na área.
Foi apenas alguns anos depois que alguns empresários locais se associaram ao governo pernambucano para divulgar Porto de Galinhas em escalas nacional e internacional. E o resto é história: em 2010, Porto de Galinhas recebeu mais de 528 mil visitantes e seu número de leitos deve chegar, até a Copa de 2014, a 17 mil (hoje são 13 mil leitos à disposição do turista).
Vale ressaltar que, apesar de os empreendimentos hoteleiros que não pararem de surgir no balneário, cimentando amplos terrenos na beira do mar, há uma preocupação crescente da população local com a natureza. Para proteger ninhos de tartarugas-marinhas, os passeios de bugue foram proibidos de passar sobre as areias das praias, e muitos hotéis não acendem mais seus refletores sobre a orla à noite, para não desnortear as tartarugas que saem dos ovos.
ONGs e o Ibama, por sua vez, têm treinado nativos para realizar passeios pelos mangues da região (onde se pode observar cavalos-marinhos e outras formas de vida) sem danificar a natureza.
Com opções de lazer bem mais diurnas que noturnas, Porto de Galinhas acabou por se tornar um destino muito procurado por casais e famílias em busca de paz. Mas o balneário também oferece boas oportunidades de diversão para um público mais descompromissado: abriga, por exemplo, animadas casas noturnas e praias onde se pode passar o dia inteiro surfando.
O período mais caro para visitar Porto de Galinhas é entre as festas de final de ano e o Carnaval, quando os preços das diárias chegam a subir quase 100%. Em compensação, maio, junho e agosto são meses de baixa procura, o que pode render descontos de até 50% nos quartos de hotel.
TIPOS DE SERES SOBRE DUAS RODAS
Autor: Desconhecido
Definições bem-humoradas de quem gosta de moto
Este é um pequeno glossário sobre os seres e espécies de seres bípedes que fazem parte da fauna de duas rodas. É sempre bom conhecer estes termos, pois deve-se ter um certo cuidado ao adereçar um destes seres, pois se chamá-lo pela denominação errada com certeza vai levar um xingão.
Motoqueiro: Indivíduo bípede que anda sobre uma máquina que também tem dois pontos de contato com o solo. Notem que qualquer ser que consegue equilibrar-se sobre os quartos traseiros pode ser motoqueiro (com o preço que está uma CG 84 a álcool, qualquer um pode). Quando este indivíduo comprou seu veículo de duas rodas, acreditava que qualquer coisa sobre o asfalto com mais de duas rodas é um obstáculo a ser vencido (tem certeza que se tivesse comprado aquela DT 180 85 daria para pular por cima). Atualmente, depois de três multas por andar sem capacete, várias mijadas de guardas por estar de chinelo e sua foto (ou melhor, a da traseira da moto com ele cobrindo a placa com a mão enquanto “fazia bundão” pro pardal) espalhada por todas as repartições do Detran, ele É o dono da rua. Sua próxima aquisição será aquele ferrinho de pôr na rabeta para poder empinar sem estourar a lanterna traseira…Aí sim vai ser animal passar nos pardais.
Motociclista: Ser humano sobre uma máquina de duas rodas. Se considera a casta nobre dos condutores de veículos motorizados, pois só anda de capacete, não grita “Volta pra cozinha!!!!” quando uma mulher inadvertidamente lhe fecha no trânsito e nunca joga papel de bala no chão. Não consegue ficar 15 minutos sem pensar na sua possante, e acha que não existe coisa melhor no mundo do que andar de moto. Se sua mulher deixasse, guardava a moto na sala de jantar. Mas como não há substituto para sexo, guarda a moto debaixo de uma lona na garagem mesmo (mas só cobre depois do motor esfriar, nem que tenha que ir até a garagem as 3:00 horas da manhã mais fria do inverno para cobrí-la).
Biker: Ser totalmente sui generis. Também se considera de uma casta nobre, mas de um filó absolutamente diferente dos demais. Começou aos 10 anos com uma Caloi Super, de quadro de ferro e 10 marchas (era o moleque mais rápido do quarteirão no Polícia e Ladrão sobre bicicletas). Quando cresceu e virou gente, a 1ª moto que comprou foi uma RD350, que passava horas lavando e encerando. Divertiu-se muito com esta RD (“Meu, tu não acredita em quantos minuto fiz do trampo pra casa, e isso ao meio-dia”). Aí ganhou mais dinheiro, teve dois filhos, trocou a Parati rebaixada com vidro fumê por um Santana de 4 portas e comprou uma esportiva. Mais de 130 cavalos, sem contar o condutor, e velocidade final de 270 km/h (mas com o Sarachú que ele vai colocar vai passar dos 285 frouxo). Sua diversão é subir até o topo da serra e descer, uma vez atrás da outra, das 8:00 às 11:30 de todo sábado de sol, fazendo todas as curvas na horizontal. Sempre se veste com uma jaqueta que se liga por zíper à calça, das cores mais psicodélicas possíveis e que geralmente custam um valor de 4 dígitos. Quando chega em casa pro almoço depois do exercício de sábado, a 1ª; coisa que faz é abrir a jaqueta de guerreiro do futuro pós-apocalíptico e amarrar as mangas na cintura e em seguida atacar a geladeira atrás de líquidos, pois quase desidrata de tanto suar dentro do uniforme. Depois de beber dois litros de água, suco, chá, cerveja, etc, beija a mulher (como sempre ela manda ele tomar banho porque está fedendo chulé) e vai vistoriar os novos riscos nas pedaleiras que fez naquelas curvas animais da serra. E pensa consigo mesmo “Até sábado que vem ponho o Sarachu, aí sim vai dar pra aproveitar toda a potência da moto”.
Coxinha: Na verdade, esta definição serve para todas as tribos. É aquele ser que tem um veículo de duas rodas dentro da sala de TV. Acha que o importante é ficar babando em cima da moto, e só anda com ela nos fins de semana de sol e quando emenda um feriadão e não vai viajar com a patroa e os 3 filhos. Seu maior prazer é sair de carro com os amigos e falar de motos. Quando sai para dar umas voltas (depois de entrar no site do Inmet para ver se corria risco de tomar chuva naquele sábado de céu azul), não pára em sinaleiro sem ficar acelerando o motor. Geralmente sai no gás para frear em cima do carro em frente a 30 metros. Sua política é que moto é a melhor coisa do mundo, mas em viagem de mais de 30 km é melhor ir de carro por ser mais seguro, ter rádio toca-fita com magazine de 12 CDs no porta-malas, ar condicionado, etc. Além do mais, não sei não, mas parece que vai chover semana que vem, por isso não sei se vai dar pra ir junto com vocês…
Tiro Curto: Denominação dada a um ser vivente sobre duas rodas que vai a qualquer encontro, em qualquer lugar, pagando ou não, com qualquer tempo, mas raramente chega lá no dia programado. Sempre fica no meio do caminho para arrumar um probleminha na moto que só depende de se conseguir uma peçinha na cidade vizinha. A sua moto é o arquétipo da moto ideal, mecanicamente perfeita, e aqueles barulhinhos irregulares são charme. A bomba de óleo que estourou ontem, o fluido de freio vazando na semana passada e a torneira de combustível entupida do último encontro (30 dias antes) são coisas da vida que acontecem com qualquer um. Geralmente é o 1º a apoiar a idéia do MC comprar uma carretinha pro carro de apoio (“Lembra daquela vez que o Ciclano teve de dormir naquele motel pulgueiro? Ainda bem que não estava junto, já que minha moto estava na revisão, mas se a gente tivesse a carreta vocês poderiam ter colocado aquela porcaria da moto dele em cima”). Facilmente reconhecido, pois conhece os nomes de todo mundo na sua concessionária, do mecânico-chefe ao gerente ao cara de CG que faz entregas. Quando consegue chegar de volta de um encontro sobre a moto (e não dentro do carro de apoio) fala pra todo mundo que este foi um dos melhores encontros que aquela cidadezinha já fez. Muito melhor que o do ano passado, pois de tanta chuva (na verdade era uma garoa forte) molhou as velas e teve de dormir num hotel na entrada da cidade que lhe cobrou uma nota preta. “Este ano foi diferente, a organização não deixou ninguém nos explorar com hotéis caros… Aquela mancha de óleo ali? Isso é óleo que jogaram embaixo só para me sacanear. Esta moto não dá oficina”.
CGzeiro: Começou com uma Turuna 80 (aliás, impecável) do tio dele e agora esta já na sua 3ª Today. Seu sonho de consumo era uma Titan ES, mas agora com a YBR, está em dúvida…se a troca de óleo for mais barata pode até pensar. Entre seus amigos é muito querido, pois além de fazer zerinhos perfeitos (“aquela vez que a moto escapou e acertou um Palio 16v estacionado do outro lado da rua foi porque a rua ali na frente do colégio tem muita pedrinha solta por causa dos ônibus que passam de monte”) faz a melhor antena corta-cerol do bairro. Pensa um dia escrever para a Duas Rodas e perguntar se não querem fazer um teste com seu corta-cerol. Numa dessas pode até começar a faturar uns trocados com os pedidos…
Superbiker: Ser sobre duas rodas bastante curioso. Sua filosofia de vida é chegar lá. Não importa onde, desde que seja rápido. E antes dos colegas com aquelas velharias de 1998. Seu modo de trajar é bastante semelhante ao do biker, mas diferem por sempre usarem capacetes de fibra de carbono com kevlar trançado, viseira anti-embaçante e a prova de impactos e cinta jugular acolchoada de nylon anti-alérgico que pesa somente 127 g. Têm um jeito peculiar de andar quando estão sobre os próprios pés, pois sempre inclinam a cabeça para frente para melhorar a penetração aerodinâmica. Não são muito vistos sobre as motos, pois quando você vai olhar eles já passaram. Detestam andar devagar, pois o pressurized air charged direct double induction system só começa a funcionar a partir dos 195 km/h (se bem que a nível do mar já entra nos 185 km/h). Além do mais, andar a menos de 200 km/h é coisa de frouxo. São facilmente reconhecíveis nas boates dos encontros, pois sempre são os primeiros a chegar, e quando se pergunta a um deles se o túnel na BR ainda estava em reformas eles respondem “Reformas? Não vi máquina nenhuma…”. Outra característica marcante é seu ódio descomunal a insetos. Isto porque dói pra cacete levar uma besourada no pescoço a 298 km/h. Acredita piamente que até o ano 2010 estarão em produção motos de série que rompem a barreira do som (“Aí sim vai dar para curtir o vento no rosto…”).
Cruiser (Custom): Seu nome é derivado do tipo de moto de duas rodas que pilotam. Sua filosofia de vida é ir, não importa quanto tempo leva nem se vão chegar lá. Só ouvem rock, e respiram couro e comem cromo. Se não for cromado não presta. Vestem-se dos pés a cabeça com roupas de couro (até no capacete as vezes), incluindo-se cuecas e meias, geralmente na cor preta. Além do couro, adoram usar penduricalhos presos a roupa, como correntinhas, broches, etc. Não gostam muito do verão por que no sol toda esta roupa preta esquenta pra cacete. Consideram-se os bad boys do reino de duas rodas, mas a maioria pede: “por favor, não fala palavrão” e até respeitam mulheres no trânsito. Também não gostam de insetos, pois como geralmente usam elmos abertos, detestam comê-los quando estão pilotando. Nos encontros, se você perguntar se o túnel na BR ainda está em reformas, respondem com detalhes, pois andam tão devagar que conseguem até ler o nome nos crachás dos trabalhadores.
Trilheiro: Este ser não faz parte da fauna urbana, pois só se sente a vontade quando está no meio do mato. Seu credo é “no barro é que me realizo”. Estes bípedes só são felizes quando estão com barro até a cueca, já que andar no asfalto é coisa de mariquinha. Quanto mais chover melhor, pois assim a trilha estará bem enlameada. É um dos poucos seres sobre motos que sabe lavar roupa, pois sua mulher se recusa a pôr a mão ou deixar que a empregada lave aquela imundície que é a roupa dele andar de moto. Detestam os coxinhas e flanelinhas (ver abaixo), já que moto limpa não presta e é no mínimo coisa de fresco. Não vão muito a encontros, pois só existem encontros em cidades, nunca na terra ou no mato, e andar no asfalto é coisa de mariazinha.
Flanelinha: Também é um categoria de ser, sendo encontrado em todas as tribos e filos. Este ser bípide tem como meta na vida deixar sua moto brilhando. Não existe coisa pior que mancha ou sujeira. Também são uns dos poucos que lavam roupa, pois só usam roupa limpa ao andar de moto para não sujar o banco. Nos encontros que vão (apenas na época de seca e somente em cidades limpas) ganham todos os prêmios de moto mais bem conservada. Caracteristicamente sempre carregam um paninho, pois sempre pode aparecer uma sujeirinha. Conhecem de cor nomes e fabricantes de todas as marcas e tipos de cêras e polidores, além de conseguirem citar de traz para frente a sequência de lavagem de sua moto. Uns chegam ao ponto de plastificar a moto inteira (“Sabe como é, radiação ultra-violeta pode danificar a pintura. Nunca dá pra descuidar”). Nos encontros, para achá-los é só ir onde estão as meninas em trajes mínimos lavando motos. Geralmente tem um flanelinha ajudando ou ensinado elas a lavar.
Estradeiro: É uma espécie de nômade, que ainda não conseguiu criar raízes em lugar algum. Na dúvida, ele pega a estrada, não importa pra onde, desde que seja longe. Também não se importa em quanto tempo vai levar ou se tem alguma coisa lá, o importante é ir. Uma de suas características é transformar a moto num motorhome, com malas, alforjes, bagageiros, mochilas e pochetes por tudo, sempre com um 2º capacete em cima da pilha mais alta. Ó único ser sobre duas rodas que acha que talvez não seja totalmente verídica a estória que todo caminhoneiro tem a mãe na zona. Afinal, naquela viagem do mês passado ao Aconcágua que fez saindo pela Transamazônica, foi um caminhoneiro que lhe deu carona de volta a Manaus quando o pneu traseiro rasgou. Também não gosta de insetos, porque deixam aquela mancha verde na viseira. Sempre que se encontrar um estradeiro e ele disser já volto, desconfie, pois pode resolver que faz tempo que não vai às Missões e só voltar dali a um mês. Se pudesse, trocaria o irmão mais novo para ir de moto à Daytona. Saindo da Terra do Fogo, é claro.
Motoclube: Uma reunião formal, legalizada e com estatuto de seres sobre duas rodas. Normalmente, é composto por apenas uma espécie de ser, e todos são identificados por uma jaqueta ou colete de preferência bem surrados com uma figura nas costas e escrito embaixo “Pelo asfalto, minha vida” ou qualquer outro dizer imperioso assim. Quanto mais coisas e penduricalhos conseguir colar, costurar ou amarrar no colete ou jaqueta, melhor. Seus integrantes, nos encontros, só se misturam com integrantes de outros MC de seres da mesma espécie, e sua principal diversão é falar mal dos encontros pagos e das outras espécies. Alguns até tem sede própria, onde fazem as reuniões para decidir que encontro pagos vão boicotar ou qual membro vai ser punido por não usar o broche do grupo no último encontro que foram. A maior ocupação de seus integrantes é confeccionar adesivos para poderem trocar com os outros MC e aí colar no painel da sede. Os Motoclubes mais abonados mandam pintar o carro de apoio, a carretinha e a sede inteira com as cores do grupo, e com uma baita brasão na parede (no carro de apoio colocam aqueles adesivos magnéticos com o emblema do MC nas portas). Para se relacionar bem com estes seres, é necessário certo conhecimento de zoologia para se poder saber qual o bicho é o animal que adotaram como símbolo (além dos seus hábitos, se é carnívoro, onde se encontra, seus ritos de acasalamento, etc.)
40 razões por que motos são melhores que as mulheres
1) Motos não ficam grávidas.
2) Você pode andar de moto qualquer dia do mês.
3) Motos não têm parentes.
4) Motos não ficam lamentando, a menos que alguma coisa esteja realmente errada.
5) Você pode trocar de moto com seus amigos.
6) Motos não se preocupam com quantas outras motos você já andou antes.
7) Viajando, você e a moto sempre chegam juntos.
8 ) Motos não perguntam quantas outras motos você tem.
9) Você pode olhar a moto dos outros.
10) Você pode comprar revistas de moto.
11) Você nunca vai escutar: – Surpresa você vai ter uma nova moto!
12) Se sua moto está frouxa, você pode consertar.
13) Você pode contar para as mulheres os bons momentos que passou em companhia da sua moto.
14) Sua moto nunca fica embaraçada de andar pelada em público.
15) Você pode ter uma moto colorida e ainda assim mostrar ela para os seus pais.
16) Você não precisa brigar com o cara que meche na sua moto.
17) Se você gritar com a sua moto, não precisa pedir desculpa antes de ligar ela de novo.
18) Você pode andar de moto o tanto que quiser.
19) Você pode parar de andar de moto na hora que quiser.
20) Seus parentes não ficam falando da sua velha moto depois que você se desfaz dela.
21) Motos não têm dor de cabeça.
22) Motos não reclamam se você for um mau piloto.
23) Sua moto nunca quer uma noite fora com outras motos.
24) Motos não reclamam se você está atrasado.
25) Você não precisa tomar banho antes de andar de moto.
26) Motos não querem saber quanto dinheiro você tem.
27) Você pode andar de moto na primeira vez que vê ela, sem ter que chamar para jantar.
28) A única proteção que você precisa para andar de moto é o capacete.
31) Você só precisa alimentar sua moto se for usar ela.
32) Um relacionamento difícil com sua moto é realmente divertido.
33) Você não precisa lembrar o aniversário da sua moto ou o dia do primeiro encontro.
34) Motos ligam somente quando você liga.
35) Depois de um bom rolé de moto você pode imediatamente andar de moto de novo.
36) Há um monte de motos novas para escolher a cada ano.
37) Você não precisa comprar um carro para ter uma moto.
38) Motos são fáceis de comprar.
39) Motos peladas sempre são maravilhosas – mesmo com a luz acesa.
40) Sua moto não quer andar na garupa da sua mulher.

Moto Energia 2012

Pra muitos o maior evento motociclístico do nordeste, o Moto Energia 2012 chega prometendo várias mudanças em relação à sua edição do ano passado, promovido pelo Moto Clube Cavalo Doido, na belíssima cidade de Paulo-Afonso – BA. Uma grande oportunidade para reunirmos mais uma vez as três facções PB, PE e SE, se preparem, em abril estaremos lá.
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Vendas e produção apresentam queda
Motocicletas: Restrição ao crédito impacta no crescimento do setor
Em comparação com janeiro de 2011, de 7,3% e 4%, respectivamente
O segmento de Duas Rodas sente no primeiro mês do ano as consequências da restrição ao crédito. Segundo dados divulgados pela Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – foram comercializadas ao mercado interno (vendas no atacado) 152.906 unidades, ante 164.925 no mesmo período de 2011, configurando uma queda de 7,3%. Já em comparação com dezembro do ano passado, houve uma alta de 34%, resultado das férias coletivas que afetam os números do último mês do ano.
Seguindo o mesmo desempenho, em janeiro de 2012 a produção de motociclos apresenta recuo, com 173.277 motocicletas fabricadas, queda de 4% em relação ao mesmo mês do ano passado (180.397), e elevação de 69,3% com relação a dezembro de 2011 (102.370).
“O mês de dezembro é afetado pela paralisação das linhas de produção, o que acarreta nessa alta nos dados do início do ano. Porém, as medidas de restrição ao crédito, já bastante rigorosas neste início de 2012, representaram um impacto ainda maior nos dados com baixa em relação ao ano passado”, afirma Roberto Akiyama, presidente da ABRACICLO.
Emplacamentos e Vendas Externas
Em referência aos números de emplacamento (consumidor final), houve um incremento de 6,9% em janeiro de 2012 (142.219), contra 133.043 unidades emplacadas no mesmo período de 2011, porém se considerarmos as vendas diárias, o resultado apresenta alta de 2,1%, ou seja, 6.465 unidades ante 6.330.
“O crescimento fica ainda menos expressivo se considerarmos que em janeiro em 2011 as concessionárias estavam com estoque baixo, inclusive com demanda não atendida”, explica Akiyama.
Conforme tendência de alta projetada pela Abraciclo anteriormente, as vendas externas apresentaram elevação de 88% em relação a janeiro de 2011 (3.603), com 6.758 unidades exportadas.
Fonte : abraciclo.com.br

Kansas Clube Leões do Asfalto - PB:


