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	<title>Kansas Clube - Leões do Asfalto</title>
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		<title>DICA DO MÊS: PORTO DE GALINHAS &#8211; PE</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 14:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porto de Galinhas (PE) tem praias paradisíacas, hotéis de primeira classe e consciência ecológica
Arte UOL

Localizado a 70 quilômetros de Recife, em uma das partes das mais belas da costa brasileira, o balneário de Porto de Galinhas se tornou há tempos um dos principais destinos turísticos do litoral nordestino. Suas praias de areia branca, afinal, são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><strong>Porto de Galinhas (PE) tem praias paradisíacas, hotéis de primeira classe e consciência ecológica</strong></span></p>
<div id="comcredito">Arte UOL<br />
<img src="http://v.i.uol.com.br/guia/cidade/portodegalinhas_mapa_localizacao.gif" alt="" /></div>
<p>Localizado a 70 quilômetros de Recife, em uma das partes das mais belas da costa brasileira, o balneário de Porto de Galinhas se tornou há tempos um dos principais destinos turísticos do litoral nordestino. Suas praias de areia branca, afinal, são um cartão-postal eloquente: cercadas, de um lado, por imensos coqueiros e, do outro, por um infinito mar verde-esmeralda, elas representam um destino ideal para pessoas que querem sossego, contato com a natureza e um pouco de hedonismo.</p>
<p>A previsão que dita a maioria dos passeios em Porto de Galinhas não é a do tempo, mas a das marés. Ensolarado durante todo o ano, o balneário fica ainda mais bonito quando, nos dias em que o mar recua, dezenas de arrecifes emergem das águas do oceano para formar piscinas naturais perfeitas para um mergulho.</p>
<p>A elas se chega a bordo de exóticas jangadas que, impulsionadas pelo vento, ajudam a refrescar os forasteiros do calor nordestino. Os turistas se deleitam: nadam nas águas cálidas das piscinas (sua temperatura média é, durante o dia, de 28° C), alimentam cardumes de peixes vorazes e, equipados com máscaras de mergulho, observam um pouco da vida marinha.</p>
<p>Ao sair da água, o visitante tem a opção de subir em um bugue e explorar, por terra, toda a orla da região: no passeio, que sai da praia de Muro Alto e vai até o Pontal de Maracaípe (os dois extremos de Porto de Galinhas), irá cruzar com florestas de coqueiros, ruas pacatas, áreas de manguezal, trilhas de areia e canteiros de obras de novos empreendimentos hoteleiros. Sim, Porto de Galinhas não para de crescer.</p>
<p><strong>Trajetória</strong></p>
<p>Situado dentro do município de Ipojuca, o balneário ganhou seu curioso nome por volta de 1850, quando o comércio de escravos já havia sido proibido no Brasil. “Tem galinha nova no porto!” era o que os traficantes gritavam quando aportavam na região com cargas ilegais de africanos. E os escravos, de fato, vinham escondidos em baixo de engradados de galinhas d´angola, cuja carne era muito apreciada pela nobreza brasileira.</p>
<p>Belo desde sempre, e já devidamente batizado como Porto de Galinhas, o local só viria a se desenvolver como destino turístico de primeira classe nos anos 1980, quando ganhou seus primeiros grandes hotéis. O balneário, porém, sofreu um surto de cólera em 1992, o que abalou profundamente o movimento turístico na área.</p>
<p>Foi apenas alguns anos depois que alguns empresários locais se associaram ao governo pernambucano para divulgar Porto de Galinhas em escalas nacional e internacional. E o resto é história: em 2010, Porto de Galinhas recebeu mais de 528 mil visitantes e seu número de leitos deve chegar, até a Copa de 2014, a 17 mil (hoje são 13 mil leitos à disposição do turista).</p>
<p>Vale ressaltar que, apesar de os empreendimentos hoteleiros que não pararem de surgir no balneário, cimentando amplos terrenos na beira do mar, há uma preocupação crescente da população local com a natureza. Para proteger ninhos de tartarugas-marinhas, os passeios de bugue foram proibidos de passar sobre as areias das praias, e muitos hotéis não acendem mais seus refletores sobre a orla à noite, para não desnortear as tartarugas que saem dos ovos.</p>
<p>ONGs e o Ibama, por sua vez, têm treinado nativos para realizar passeios pelos mangues da região (onde se pode observar cavalos-marinhos e outras formas de vida) sem danificar a natureza.</p>
<p>Com opções de lazer bem mais diurnas que noturnas, Porto de Galinhas acabou por se tornar um destino muito procurado por casais e famílias em busca de paz. Mas o balneário também oferece boas oportunidades de diversão para um público mais descompromissado: abriga, por exemplo, animadas casas noturnas e praias onde se pode passar o dia inteiro surfando.</p>
<p>O período mais caro para visitar Porto de Galinhas é entre as festas de final de ano e o Carnaval, quando os preços das diárias chegam a subir quase 100%. Em compensação, maio, junho e agosto são meses de baixa procura, o que pode render descontos de até 50% nos quartos de hotel.</p>
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		<title>TIPOS DE SERES SOBRE DUAS RODAS</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 14:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Desconhecido
Definições bem-humoradas de quem gosta de moto
Este é um pequeno glossário sobre os seres e espécies de seres bípedes que fazem parte da fauna de duas rodas. É sempre bom conhecer estes termos, pois deve-se ter um certo cuidado ao adereçar um destes seres, pois se chamá-lo pela denominação errada com certeza vai levar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autor: Desconhecido</strong></p>
<p><strong>Definições bem-humoradas de quem gosta de moto</strong></p>
<p><em>Este é um pequeno glossário sobre os seres e espécies de seres bípedes que fazem parte da fauna de duas rodas. É sempre bom conhecer estes termos, pois deve-se ter um certo cuidado ao adereçar um destes seres, pois se chamá-lo pela denominação errada com certeza vai levar um xingão.</em></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Motoqueiro</strong>:</span> Indivíduo bípede que anda sobre uma máquina que também tem dois pontos de contato com o solo. Notem que qualquer ser que consegue equilibrar-se sobre os quartos traseiros pode ser motoqueiro (com o preço que está uma CG 84 a álcool, qualquer um pode). Quando este indivíduo comprou seu veículo de duas rodas, acreditava que qualquer coisa sobre o asfalto com mais de duas rodas é um obstáculo a ser vencido (tem certeza que se tivesse comprado aquela DT 180 85 daria para pular por cima). Atualmente, depois de três multas por andar sem capacete, várias mijadas de guardas por estar de chinelo e sua foto (ou melhor, a da traseira da moto com ele cobrindo a placa com a mão enquanto &#8220;fazia bundão&#8221; pro pardal) espalhada por todas as repartições do Detran, ele É o dono da rua. Sua próxima aquisição será aquele ferrinho de pôr na rabeta para poder empinar sem estourar a lanterna traseira&#8230;Aí sim vai ser animal passar nos pardais.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Motociclista</strong>:</span> Ser humano sobre uma máquina de duas rodas. Se considera a casta nobre dos condutores de veículos motorizados, pois só anda de capacete, não grita &#8220;Volta pra cozinha!!!!&#8221; quando uma mulher inadvertidamente lhe fecha no trânsito e nunca joga papel de bala no chão. Não consegue ficar 15 minutos sem pensar na sua possante, e acha que não existe coisa melhor no mundo do que andar de moto. Se sua mulher deixasse, guardava a moto na sala de jantar. Mas como não há substituto para sexo, guarda a moto debaixo de uma lona na garagem mesmo (mas só cobre depois do motor esfriar, nem que tenha que ir até a garagem as 3:00 horas da manhã mais fria do inverno para cobrí-la).</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Biker</strong>:</span> Ser totalmente sui generis. Também se considera de uma casta nobre, mas de um filó absolutamente diferente dos demais. Começou aos 10 anos com uma Caloi Super, de quadro de ferro e 10 marchas (era o moleque mais rápido do quarteirão no Polícia e Ladrão sobre bicicletas). Quando cresceu e virou gente, a 1ª moto que comprou foi uma RD350, que passava horas lavando e encerando. Divertiu-se muito com esta RD (&#8220;Meu, tu não acredita em quantos minuto fiz do trampo pra casa, e isso ao meio-dia&#8221;). Aí ganhou mais dinheiro, teve dois filhos, trocou a Parati rebaixada com vidro fumê por um Santana de 4 portas e comprou uma esportiva. Mais de 130 cavalos, sem contar o condutor, e velocidade final de 270 km/h (mas com o Sarachú que ele vai colocar vai passar dos 285 frouxo). Sua diversão é subir até o topo da serra e descer, uma vez atrás da outra, das 8:00 às 11:30 de todo sábado de sol, fazendo todas as curvas na horizontal. Sempre se veste com uma jaqueta que se liga por zíper à calça, das cores mais psicodélicas possíveis e que geralmente custam um valor de 4 dígitos. Quando chega em casa pro almoço depois do exercício de sábado, a 1ª; coisa que faz é abrir a jaqueta de guerreiro do futuro pós-apocalíptico e amarrar as mangas na cintura e em seguida atacar a geladeira atrás de líquidos, pois quase desidrata de tanto suar dentro do uniforme. Depois de beber dois litros de água, suco, chá, cerveja, etc, beija a mulher (como sempre ela manda ele tomar banho porque está fedendo chulé) e vai vistoriar os novos riscos nas pedaleiras que fez naquelas curvas animais da serra. E pensa consigo mesmo &#8220;Até sábado que vem ponho o Sarachu, aí sim vai dar pra aproveitar toda a potência da moto&#8221;.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Coxinha</strong>:</span> Na verdade, esta definição serve para todas as tribos. É aquele ser que tem um veículo de duas rodas dentro da sala de TV. Acha que o importante é ficar babando em cima da moto, e só anda com ela nos fins de semana de sol e quando emenda um feriadão e não vai viajar com a patroa e os 3 filhos. Seu maior prazer é sair de carro com os amigos e falar de motos. Quando sai para dar umas voltas (depois de entrar no site do Inmet para ver se corria risco de tomar chuva naquele sábado de céu azul), não pára em sinaleiro sem ficar acelerando o motor. Geralmente sai no gás para frear em cima do carro em frente a 30 metros. Sua política é que moto é a melhor coisa do mundo, mas em viagem de mais de 30 km é melhor ir de carro por ser mais seguro, ter rádio toca-fita com magazine de 12 CDs no porta-malas, ar condicionado, etc. Além do mais, não sei não, mas parece que vai chover semana que vem, por isso não sei se vai dar pra ir junto com vocês&#8230;</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Tiro Curto</strong>:</span> Denominação dada a um ser vivente sobre duas rodas que vai a qualquer encontro, em qualquer lugar, pagando ou não, com qualquer tempo, mas raramente chega lá no dia programado. Sempre fica no meio do caminho para arrumar um probleminha na moto que só depende de se conseguir uma peçinha na cidade vizinha. A sua moto é o arquétipo da moto ideal, mecanicamente perfeita, e aqueles barulhinhos irregulares são charme. A bomba de óleo que estourou ontem, o fluido de freio vazando na semana passada e a torneira de combustível entupida do último encontro (30 dias antes) são coisas da vida que acontecem com qualquer um. Geralmente é o 1º a apoiar a idéia do MC comprar uma carretinha pro carro de apoio (&#8220;Lembra daquela vez que o Ciclano teve de dormir naquele motel pulgueiro? Ainda bem que não estava junto, já que minha moto estava na revisão, mas se a gente tivesse a carreta vocês poderiam ter colocado aquela porcaria da moto dele em cima&#8221;). Facilmente reconhecido, pois conhece os nomes de todo mundo na sua concessionária, do mecânico-chefe ao gerente ao cara de CG que faz entregas. Quando consegue chegar de volta de um encontro sobre a moto (e não dentro do carro de apoio) fala pra todo mundo que este foi um dos melhores encontros que aquela cidadezinha já fez. Muito melhor que o do ano passado, pois de tanta chuva (na verdade era uma garoa forte) molhou as velas e teve de dormir num hotel na entrada da cidade que lhe cobrou uma nota preta. &#8220;Este ano foi diferente, a organização não deixou ninguém nos explorar com hotéis caros&#8230; Aquela mancha de óleo ali? Isso é óleo que jogaram embaixo só para me sacanear. Esta moto não dá oficina&#8221;.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> CGzeiro</strong>:</span> Começou com uma Turuna 80 (aliás, impecável) do tio dele e agora esta já na sua 3ª Today. Seu sonho de consumo era uma Titan ES, mas agora com a YBR, está em dúvida&#8230;se a troca de óleo for mais barata pode até pensar. Entre seus amigos é muito querido, pois além de fazer zerinhos perfeitos (&#8220;aquela vez que a moto escapou e acertou um Palio 16v estacionado do outro lado da rua foi porque a rua ali na frente do colégio tem muita pedrinha solta por causa dos ônibus que passam de monte&#8221;) faz a melhor antena corta-cerol do bairro. Pensa um dia escrever para a Duas Rodas e perguntar se não querem fazer um teste com seu corta-cerol. Numa dessas pode até começar a faturar uns trocados com os pedidos&#8230;</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Superbiker</strong>:</span> Ser sobre duas rodas bastante curioso. Sua filosofia de vida é chegar lá. Não importa onde, desde que seja rápido. E antes dos colegas com aquelas velharias de 1998. Seu modo de trajar é bastante semelhante ao do biker, mas diferem por sempre usarem capacetes de fibra de carbono com kevlar trançado, viseira anti-embaçante e a prova de impactos e cinta jugular acolchoada de nylon anti-alérgico que pesa somente 127 g. Têm um jeito peculiar de andar quando estão sobre os próprios pés, pois sempre inclinam a cabeça para frente para melhorar a penetração aerodinâmica. Não são muito vistos sobre as motos, pois quando você vai olhar eles já passaram. Detestam andar devagar, pois o pressurized air charged direct double induction system só começa a funcionar a partir dos 195 km/h (se bem que a nível do mar já entra nos 185 km/h). Além do mais, andar a menos de 200 km/h é coisa de frouxo. São facilmente reconhecíveis nas boates dos encontros, pois sempre são os primeiros a chegar, e quando se pergunta a um deles se o túnel na BR ainda estava em reformas eles respondem &#8220;Reformas? Não vi máquina nenhuma&#8230;&#8221;. Outra característica marcante é seu ódio descomunal a insetos. Isto porque dói pra cacete levar uma besourada no pescoço a 298 km/h. Acredita piamente que até o ano 2010 estarão em produção motos de série que rompem a barreira do som (&#8220;Aí sim vai dar para curtir o vento no rosto&#8230;&#8221;).</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Cruiser (Custom)</strong>:</span> Seu nome é derivado do tipo de moto de duas rodas que pilotam. Sua filosofia de vida é ir, não importa quanto tempo leva nem se vão chegar lá. Só ouvem rock, e respiram couro e comem cromo. Se não for cromado não presta. Vestem-se dos pés a cabeça com roupas de couro (até no capacete as vezes), incluindo-se cuecas e meias, geralmente na cor preta. Além do couro, adoram usar penduricalhos presos a roupa, como correntinhas, broches, etc. Não gostam muito do verão por que no sol toda esta roupa preta esquenta pra cacete. Consideram-se os bad boys do reino de duas rodas, mas a maioria pede: &#8220;por favor, não fala palavrão&#8221; e até respeitam mulheres no trânsito. Também não gostam de insetos, pois como geralmente usam elmos abertos, detestam comê-los quando estão pilotando. Nos encontros, se você perguntar se o túnel na BR ainda está em reformas, respondem com detalhes, pois andam tão devagar que conseguem até ler o nome nos crachás dos trabalhadores.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Trilheiro</strong>:</span> Este ser não faz parte da fauna urbana, pois só se sente a vontade quando está no meio do mato. Seu credo é &#8220;no barro é que me realizo&#8221;. Estes bípedes só são felizes quando estão com barro até a cueca, já que andar no asfalto é coisa de mariquinha. Quanto mais chover melhor, pois assim a trilha estará bem enlameada. É um dos poucos seres sobre motos que sabe lavar roupa, pois sua mulher se recusa a pôr a mão ou deixar que a empregada lave aquela imundície que é a roupa dele andar de moto. Detestam os coxinhas e flanelinhas (ver abaixo), já que moto limpa não presta e é no mínimo coisa de fresco. Não vão muito a encontros, pois só existem encontros em cidades, nunca na terra ou no mato, e andar no asfalto é coisa de mariazinha.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Flanelinha</strong>:</span> Também é um categoria de ser, sendo encontrado em todas as tribos e filos. Este ser bípide tem como meta na vida deixar sua moto brilhando. Não existe coisa pior que mancha ou sujeira. Também são uns dos poucos que lavam roupa, pois só usam roupa limpa ao andar de moto para não sujar o banco. Nos encontros que vão (apenas na época de seca e somente em cidades limpas) ganham todos os prêmios de moto mais bem conservada. Caracteristicamente sempre carregam um paninho, pois sempre pode aparecer uma sujeirinha. Conhecem de cor nomes e fabricantes de todas as marcas e tipos de cêras e polidores, além de conseguirem citar de traz para frente a sequência de lavagem de sua moto. Uns chegam ao ponto de plastificar a moto inteira (&#8220;Sabe como é, radiação ultra-violeta pode danificar a pintura. Nunca dá pra descuidar&#8221;). Nos encontros, para achá-los é só ir onde estão as meninas em trajes mínimos lavando motos. Geralmente tem um flanelinha ajudando ou ensinado elas a lavar.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Estradeiro</strong>:</span> É uma espécie de nômade, que ainda não conseguiu criar raízes em lugar algum. Na dúvida, ele pega a estrada, não importa pra onde, desde que seja longe. Também não se importa em quanto tempo vai levar ou se tem alguma coisa lá, o importante é ir. Uma de suas características é transformar a moto num <em>motorhome</em>, com malas, alforjes, bagageiros, mochilas e pochetes por tudo, sempre com um 2º capacete em cima da pilha mais alta. Ó único ser sobre duas rodas que acha que talvez não seja totalmente verídica a estória que todo caminhoneiro tem a mãe na zona. Afinal, naquela viagem do mês passado ao Aconcágua que fez saindo pela Transamazônica, foi um caminhoneiro que lhe deu carona de volta a Manaus quando o pneu traseiro rasgou. Também não gosta de insetos, porque deixam aquela mancha verde na viseira. Sempre que se encontrar um estradeiro e ele disser já volto, desconfie, pois pode resolver que faz tempo que não vai às Missões e só voltar dali a um mês. Se pudesse, trocaria o irmão mais novo para ir de moto à Daytona. Saindo da Terra do Fogo, é claro.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong> Motoclube</strong>:</span> Uma reunião formal, legalizada e com estatuto de seres sobre duas rodas. Normalmente, é composto por apenas uma espécie de ser, e todos são identificados por uma jaqueta ou colete de preferência bem surrados com uma figura nas costas e escrito embaixo &#8220;Pelo asfalto, minha vida&#8221; ou qualquer outro dizer imperioso assim. Quanto mais coisas e penduricalhos conseguir colar, costurar ou amarrar no colete ou jaqueta, melhor. Seus integrantes, nos encontros, só se misturam com integrantes de outros MC de seres da mesma espécie, e sua principal diversão é falar mal dos encontros pagos e das outras espécies. Alguns até tem sede própria, onde fazem as reuniões para decidir que encontro pagos vão boicotar ou qual membro vai ser punido por não usar o broche do grupo no último encontro que foram. A maior ocupação de seus integrantes é confeccionar adesivos para poderem trocar com os outros MC e aí colar no painel da sede. Os Motoclubes mais abonados mandam pintar o carro de apoio, a carretinha e a sede inteira com as cores do grupo, e com uma baita brasão na parede (no carro de apoio colocam aqueles adesivos magnéticos com o emblema do MC nas portas). Para se relacionar bem com estes seres, é necessário certo conhecimento de zoologia para se poder saber qual o bicho é o animal que adotaram como símbolo (além dos seus hábitos, se é carnívoro, onde se encontra, seus ritos de acasalamento, etc.)</p>
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		<title>40 razões por que motos são melhores que as mulheres</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 13:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
1) Motos não ficam grávidas.
2) Você pode andar de moto qualquer dia do mês.
3) Motos não têm parentes.
4) Motos não ficam lamentando, a menos que alguma coisa esteja realmente errada.
5) Você pode trocar de moto com seus amigos.
6) Motos não se preocupam com quantas outras motos você já andou antes.
7) Viajando, você e a moto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://i46.photobucket.com/albums/f139/gladiatouro/Besteirol/moto_mulher_1024x768.jpg" alt="" width="800" height="600" /></p>
<p>1) Motos não ficam grávidas.</p>
<p>2) Você pode andar de moto qualquer dia do mês.</p>
<p>3) Motos não têm parentes.</p>
<p>4) Motos não ficam lamentando, a menos que alguma coisa esteja realmente errada.</p>
<p>5) Você pode trocar de moto com seus amigos.</p>
<p>6) Motos não se preocupam com quantas outras motos você já andou antes.</p>
<p>7) Viajando, você e a moto sempre chegam juntos.</p>
<p>8 ) Motos não perguntam quantas outras motos você tem.</p>
<p>9) Você pode olhar a moto dos outros.</p>
<p>10) Você pode comprar revistas de moto.</p>
<p>11) Você nunca vai escutar: &#8211; Surpresa você vai ter uma nova moto!</p>
<p>12) Se sua moto está frouxa, você pode consertar.</p>
<p>13) Você pode contar para as mulheres os bons momentos que passou em companhia da sua moto.</p>
<p>14) Sua moto nunca fica embaraçada de andar pelada em público.</p>
<p>15) Você pode ter uma moto colorida e ainda assim mostrar ela para os seus pais.</p>
<p>16) Você não precisa brigar com o cara que meche na sua moto.</p>
<p>17) Se você gritar com a sua moto, não precisa pedir desculpa antes de ligar ela de novo.</p>
<p>18) Você pode andar de moto o tanto que quiser.</p>
<p>19) Você pode parar de andar de moto na hora que quiser.</p>
<p>20) Seus parentes não ficam falando da sua velha moto depois que você se desfaz dela.</p>
<p>21) Motos não têm dor de cabeça.</p>
<p>22) Motos não reclamam se você for um mau piloto.</p>
<p>23) Sua moto nunca quer uma noite fora com outras motos.</p>
<p>24) Motos não reclamam se você está atrasado.</p>
<p>25) Você não precisa tomar banho antes de andar de moto.</p>
<p>26) Motos não querem saber quanto dinheiro você tem.</p>
<p>27) Você pode andar de moto na primeira vez que vê ela, sem ter que chamar para jantar.</p>
<p>28) A única proteção que você precisa para andar de moto é o capacete.</p>
<p>31) Você só precisa alimentar sua moto se for usar ela.</p>
<p>32) Um relacionamento difícil com sua moto é realmente divertido.</p>
<p>33) Você não precisa lembrar o aniversário da sua moto ou o dia do primeiro encontro.</p>
<p>34) Motos ligam somente quando você liga.</p>
<p>35) Depois de um bom rolé de moto você pode imediatamente andar de moto de novo.</p>
<p>36) Há um monte de motos novas para escolher a cada ano.</p>
<p>37) Você não precisa comprar um carro para ter uma moto.</p>
<p>38) Motos são fáceis de comprar.</p>
<p>39) Motos peladas sempre são maravilhosas &#8211; mesmo com a luz acesa.</p>
<p>40) Sua moto não quer andar na garupa da sua mulher.</p>
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		<title>Moto Energia 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 13:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pra muitos o maior evento motociclístico do nordeste, o Moto Energia 2012 chega prometendo várias mudanças em relação à sua edição do ano passado, promovido pelo Moto Clube Cavalo Doido, na belíssima cidade de Paulo-Afonso &#8211; BA. Uma grande oportunidade para reunirmos mais uma vez as três facções PB, PE e SE, se preparem, em abril estaremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://revistamotoclubes.com.br/Encontros2012/images/MotoEnergiaCartaz.jpg" alt="" width="510" height="711" /></p>
<p>Pra muitos o maior evento motociclístico do nordeste, o Moto Energia 2012 chega prometendo várias mudanças em relação à sua edição do ano passado, promovido pelo Moto Clube Cavalo Doido, na belíssima cidade de Paulo-Afonso &#8211; BA. Uma grande oportunidade para reunirmos mais uma vez as três facções PB, PE e SE, se preparem, em abril estaremos lá.</p>
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<td width="608" height="21" bgcolor="#FFFFFF">
<blockquote><p><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Serviço:</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Evento: <strong>Moto Energia 2012</strong></span></p>
<p>Datas: 28, 29 e 30 de Abril 2012</p>
<p>Local: <em>Não informada&#8230;</em></p>
<p>Cidade: Paulo Afonso</p>
<p>Estado: BA</p>
<p>Site: <a href="http://www.cavalodoido.com.br/" target="_blank">www.cavalodoido.com.br</a></p>
<p>eMails : <a href="mailto:klewtonferraz@hotmail.com?subject=Contato%20da%20Revista%20Motoclubes">klewtonferraz@hotmail.com</a></p>
<p>Organizador: Moto Clube Cavalo Doido</p>
<p>Contato: Klewton Ferraz</p>
<p>Telefone: (75)8816-2816</p></blockquote>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="608" height="21" bgcolor="#FFFFFF">
<hr /></td>
</tr>
<tr>
<td width="608" height="21" bgcolor="#FFFFFF">
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Programação<br />
</strong><br />
<em>Não informada&#8230;</em></span></p></blockquote>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="608" height="21" bgcolor="#FFFFFF">
<hr /></td>
</tr>
<tr>
<td width="608" height="21" bgcolor="#FFFFFF">
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Relação de hotéis e Pousadas<br />
</strong><br />
<em>Não informada&#8230;</em></span></p></blockquote>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vendas e produção apresentam queda</title>
		<link>http://www.kansasclube.com.br/noticias/motocicletas-restricao-ao-credito-impacta-no-crescimento-do-setor/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 13:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Motocicletas: Restrição ao crédito impacta no crescimento do setor
Em comparação com janeiro de 2011,  de 7,3% e 4%, respectivamente
O segmento de Duas Rodas sente no primeiro mês do ano as consequências da restrição ao crédito. Segundo dados divulgados pela Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – foram comercializadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small; font-weight: bold;"><img class="alignnone" src="https://encrypted-tbn3.google.com/images?q=tbn:ANd9GcSCQL9_hFgl40OXmpazuQwL0LyzK_bOlENAk5Xdo1xOQ8-VAJDLCliHBE8" alt="" width="228" height="114" />Motocicletas: Restrição ao crédito impacta no crescimento do setor</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Em comparação com janeiro de 2011,  de 7,3% e 4%, respectivamente</span></p>
<p>O segmento de Duas Rodas sente no primeiro mês do ano as consequências da restrição ao crédito. Segundo dados divulgados pela Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – foram comercializadas ao mercado interno (vendas no atacado) 152.906 unidades, ante 164.925 no mesmo período de 2011, configurando uma queda de 7,3%. Já em comparação com dezembro do ano passado, houve uma alta de 34%, resultado das férias coletivas que afetam os números do último mês do ano.</p>
<p>Seguindo o mesmo desempenho, em janeiro de 2012 a produção de motociclos apresenta recuo, com 173.277 motocicletas fabricadas, queda de 4% em relação ao mesmo mês do ano passado (180.397), e elevação de 69,3% com relação a dezembro de 2011 (102.370).</p>
<p>“O mês de dezembro é afetado pela paralisação das linhas de produção, o que acarreta nessa alta nos dados do início do ano. Porém, as medidas de restrição ao crédito, já bastante rigorosas neste início de 2012, representaram um impacto ainda maior nos dados com baixa em relação ao ano passado”, afirma Roberto Akiyama, presidente da ABRACICLO.</p>
<p>Emplacamentos e Vendas Externas</p>
<p>Em referência aos números de emplacamento (consumidor final), houve um incremento de 6,9% em janeiro de 2012 (142.219), contra 133.043 unidades emplacadas no mesmo período de 2011, porém se considerarmos as vendas diárias, o resultado apresenta alta de 2,1%, ou seja, 6.465 unidades ante 6.330.</p>
<p>“O crescimento fica ainda menos expressivo se considerarmos que em janeiro em 2011 as concessionárias estavam com estoque baixo, inclusive com demanda não atendida”, explica Akiyama.</p>
<p>Conforme tendência de alta projetada pela Abraciclo anteriormente, as vendas externas apresentaram elevação de 88% em relação a janeiro de 2011 (3.603), com 6.758 unidades exportadas.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Fonte : <a href="http://abraciclo.com.br/">abraciclo.com.br</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>KCLA -SERGIPE 1º ANO</title>
		<link>http://www.kansasclube.com.br/noticias/kcla-sergipe-1%c2%ba-ano/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 23:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;O nascimento, a implantação do KCLA em Sergipe surgiu de forma tão  natural que surgiram aliados de grande confiança. Acredito que nascia  uma grande irmandade, pois ainda filhote determinava seu destino  nomeando seus diretores fazendo crescer  em menos de meses a certeza de  que o sangue leonino corria nas veis de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.kansasclube.com.br/wp-content/uploads/2012/02/blog.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2740" title="blog" src="http://www.kansasclube.com.br/wp-content/uploads/2012/02/blog.jpg" alt="" width="330" height="423" /></a></p>
<p>&#8220;O nascimento, a implantação do KCLA em Sergipe surgiu de forma tão  natural que surgiram aliados de grande confiança. Acredito que nascia  uma grande irmandade, pois ainda filhote determinava seu destino  nomeando seus diretores fazendo crescer  em menos de meses a certeza de  que o sangue leonino corria nas veis de cada um. Desta forma,   realizavam-se projetos, ações que sairam do papel de maneira bastante  rápida na qual afirmou a verdadeira identidade de todos membros porque  um leão possui a bravura de enfretar obstáculos que são ridicularizados  por muitos e acreditam que indivíduos pilotando motocicletas jamais  teriam atitudes solidárias perante a sociedade. Foi ditado, e todos  realizaram. Isso é espírito de irmandade, espírito de motoclube!</p>
<p>A primeira primavera de muitas está acontecendo hoje dia 17 de Fevereiro  de 2012. O KCLA Facção Sergipe completa a sua primavera em pleno verão,  mas que com certeza parece ser outono, pois os frutos já foram dados e  colhidos e ainda continuam a nascer e a crescer em nosso meio, pois é  uma família que sempre fazemos a questão de enfatizar, pois não nos  reunimos apenas para discutir assuntos que desrespeitam tal fação, ou  seja, acerta sobre viagem, mas sobretudo nas atividades do cotidiano.  Encontramos-nos diariamente em diversos sites de relacionamento além de  outros locais dignos de diversão sadia fazendo com que cada membro se  aproxime.<br />
Parabéns a cada membro que constitui o KCLA Sergipe por seus méritos,  suas ausências, suas frequências, enfim, parabéns a todos que lutaram de  maneira consubstancial para que esta facção pudesse ser destaque em  meio a todos motoclubes sergipanos, pois sendo rei da selva, o KCLA  ocupa hoje seu lugar por direito.&#8221;</p>
<p>Fonte: http://leoesdoasfaltosergipe.blogspot.com/2012/02/kcla-sergipe-1-ano.html</p>
<p>K.C.L.A PB E PE, parabenizam a Facção Sergipe, por mostrar garra, lealdade, irmandade, organização, por tudo de bom que iremos realizar, boas viagens e mais anos viram consolidado por Deus.</p>
<p>Agradecimentos a Laércio e Wando.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dicas de Direção Defensiva.</title>
		<link>http://www.kansasclube.com.br/noticias/dicas-de-direcao-defensiva/</link>
		<comments>http://www.kansasclube.com.br/noticias/dicas-de-direcao-defensiva/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 11:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira mais de 30 dicas de Direção Defensiva.

Pense que ninguém te vê

Porque para a maioria dos motoristas, você é invisível, mesmo! Nunca  faça um movimento imaginando que o outro motorista está vendo você,  mesmo que você tenha acabado de ver seus olhos. Motos muitas vezes não  fazem parte das cabeças de quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Confira mais de 30 dicas de Direção Defensiva.</h3>
<ul><a href="http://3.bp.blogspot.com/-x3y6VsAFHbM/TznmO-FnARI/AAAAAAAAAFg/esyu2RnWRPM/s1600/dire%C3%A7%C3%A3o+defensiva.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/-x3y6VsAFHbM/TznmO-FnARI/AAAAAAAAAFg/esyu2RnWRPM/s400/dire%C3%A7%C3%A3o+defensiva.jpg" border="0" alt="" width="400" height="273" /></a></p>
<li>Pense que ninguém te vê</li>
</ul>
<p>Porque para a maioria dos motoristas, você é invisível, mesmo! Nunca  faça um movimento imaginando que o outro motorista está vendo você,  mesmo que você tenha acabado de ver seus olhos. Motos muitas vezes não  fazem parte das cabeças de quatro rodas.</p>
<ul>
<li>Seja paciente</li>
</ul>
<p>As conseqüências de encarar um erro ou uma disputa no trânsito começam  mal e sempre acabam PIOR. Finja que foi a sua mãe que fez aquela  barbeiragem e perdoe a falha.</p>
<ul>
<li>Ponha roupas para encarar um acidente</li>
</ul>
<p>Com certeza, a padaria do bairro é uma viagem de 5 minutos, mas ninguém está planejando comer asfalto, está?</p>
<ul>
<li>Pare totalmente em cada placa de “PARE”</li>
</ul>
<p>Isso, ponha seu pé no chão. Olhe de novo. Qualquer outra maneira de  fazer isso pode forçar uma decisão imediata, sob pressão e sem tempo  para identificar uma situação de risco.</p>
<ul>
<li>Espere o melhor, mas esteja preparado para o pior</li>
</ul>
<p>Esteja pronto para uma fechada, para uma surpresa que nunca deve ser  inesperada. Não existe “apareceu de repente”, “veio do nada” ou “eu  achei que ele ia… “.</p>
<ul>
<li>Deixe seu ego em casa</li>
</ul>
<p>As únicas pessoas realmente interessadas em saber se você estava mais rápido que o outro na avenida são o policial e o Detran.</p>
<ul>
<li>Preste atenção no que está fazendo</li>
</ul>
<p>Tem um ônibus na sua frente parando de repente para um tiozinho que fez sinal em cima da hora. Se ligue!</p>
<ul>
<li>Espelhos retrovisores mostram só uma parte do ambiente</li>
</ul>
<p>Nunca mude de direção ou de faixa sem olhar para trás para confirmar que você realmente pode virar ou mudar de faixa.</p>
<ul>
<li>Seja paciente II</li>
</ul>
<p>Espere mais um ou dois segundos antes de entrar na pista, começar a  andar ou sair para ultrapassar. Você é pego pelo que NÃO VIU! Aquela  olhadinha a mais vai salvar sua pele.</p>
<ul>
<li>Preste atenção na diferença de velocidade</li>
</ul>
<p>Passar por carros ao dobro de sua velocidade ou mudar de pista para  passar por um monte de carros parados é somente um jeito mais rápido de  conhecer São Pedro.</p>
<ul>
<li>Cuidado com a calçada</li>
</ul>
<p>Um monte de surpresas acaba chegando das calçadas: sacos com objetos  dentro, pregos, água, lama, limo, tijolos, etc. Não rode junto à  calçada, você está no tráfego.</p>
<ul>
<li>Carros entrando à esquerda</li>
</ul>
<p>Esses são os maiores matadores de motociclistas. Nunca imagine que o  motorista vai esperar passarem todos os motociclistas antes de se enfiar  à esquerda.</p>
<ul>
<li>Carros passando no vermelho</li>
</ul>
<p>Os primeiros segundos após o sinal mudar são os mais perigosos. Olhe  SEMPRE para os dois lados antes de cruzar o semáforo depois de aberto.</p>
<ul>
<li>Olhe os retrovisores</li>
</ul>
<p>Olhe os espelhos retrovisores sempre que mudar de faixa, diminuir a  velocidade ou parar. Esteja pronto para se mover se o outro veículo for  ocupar o espaço onde você está.</p>
<ul>
<li>Deixe espaço na frente</li>
</ul>
<p>No Brasil se anda sempre MUITO colado. A regra geral que se usa pelo  mundo é de 3 segundos de distância do veículo da frente. Melhor ainda se  você observar tudo que aparecer na sua frente para os próximos 12  segundos (no horizonte). Todos os seus problemas estão aí dentro desses  espaços.</p>
<ul>
<li>Cuidado com os carros equipados</li>
</ul>
<p>Eles são “rápidos” e seus motoristas são agressivos. Não imagine que  você passou por ele e que está tudo resolvido, ele está logo aí atrás.</p>
<ul>
<li>Entrar em curvas em alta velocidade machuca</li>
</ul>
<p>É a maior causa de acidentes com motociclistas sozinhos e em estradas  sinuosas e pistas de corrida. “Entre devagar, saia rápido” é há muitos  anos a regra dos campeões das pistas.</p>
<ul>
<li>Não acredite na eficiência da polícia florestal</li>
</ul>
<p>Se na área onde você está podem aparecer animais, não vá pensar que a  polícia rodoviária ou florestal vai conseguir tirar cada um deles da sua  frente. Vá devagar, olhe para as margens da Estrada e fique vivo.</p>
<ul>
<li>Use os 2 freios corretamente</li>
</ul>
<p>Nunca é tarde para você começar a usar os dois freios. O dianteiro faz a  maior parte da parada, mas um pouco de traseiro na entrada das curvas  pode acalmar uma moto nervosa.</p>
<ul>
<li>Mantenha SEMPRE um ou 2 dedos sobre o freio dianteiro</li>
</ul>
<p>Economize um segundo no tempo de reação a 85 km/h e você pode parar 30 metros antes (e talvez até conseguir escapar do impacto).</p>
<ul>
<li>Olhe para sua trajetória</li>
</ul>
<p>Use o milagre da fixação de objetivo em seu próprio benefício. As  pesquisas mostram que a moto vai para onde você olha, então olhe para a  solução no lugar de olhar para o problema.</p>
<ul>
<li>Mantenha seus olhos em movimento</li>
</ul>
<p>O tráfego está sempre mudando. Portanto, continue sempre procurando por  problemas. Não trave seus olhos em um só ponto por muito tempo.</p>
<ul>
<li>Pense antes de agir</li>
</ul>
<p>Avalie com cuidado a situação quando pensar em ultrapassar rapidinho  aquele veículo que está a 15 km/h numa área com limite de 60 km/h.</p>
<ul>
<li>Não olhe para o chão</li>
</ul>
<p>Levante sua cabeça, é sempre tarde para fazer qualquer coisa quando o problema está a 10 metros. Olhe lá longe e mude a direção.</p>
<ul>
<li>Preste atenção em seu caminho</li>
</ul>
<p>A maioria dos acidentes acontecem durante os primeiros 15 minutos de seu  trajeto, abaixo de 60 km/h, em um cruzamento ou via secundária. É,  exatamente, ali por onde você passa toda hora.</p>
<ul>
<li>Nunca entre às cegas num corredor de trânsito parado</li>
</ul>
<p>Os carros devem estar parados por alguma boa razão, e você pode não  vê-la até que seja tarde demais para fazer alguma coisa. Não ande a mais  de 30 km/h acima da velocidade dos outros veículos.</p>
<ul>
<li>Portas de carros que se abrem no tráfego</li>
</ul>
<p>Você deve estar atento as portas que se abrem e aos carros que desviam delas também, pulando para sua faixa.</p>
<ul>
<li>Vício de cruzamentos iguais</li>
</ul>
<p>Procure placas de “PARE” mesmo depois de uma longa série de esquinas em preferência para você.</p>
<ul>
<li>Tenha espaço para se movimentar</li>
</ul>
<p>Pilotar dentro de um amontoado grupo de motos é um bom jeito de acabar  no meio do mato. Qualquer grupo de motos que valha a pena acompanhar  terá um ponto de encontro marcado à frente para reencontrar os  “desgarrados”.</p>
<ul>
<li>De tempo para seus olhos se acostumarem</li>
</ul>
<p>Ao sair de lugares muito iluminados, vá devagar e com farol baixo até  seus olhos se acostumem com a escuridão. Fechar um dos olhos até também  ajuda.</p>
<ul>
<li>Domine a meia-volta</li>
</ul>
<p>Pratique este retorno apertado até ficar bom. Ponha suas nádegas na  beirada do banco no lado contrário à curva e deite a moto para dentro da  curva, usando seu corpo como contrapeso enquanto gira em cima da roda  traseira. É uma excelente manobra para não bater no carro da frente ou  para escapar daquele bueiro sem tampa.</p>
<ul>
<li>Parando no meio de uma subida</li>
</ul>
<p>Use o freio traseiro para manter a moto no lugar enquanto usa o acelerador e embreagem com atenção para sair sem problemas.</p>
<ul>
<li>Se parece escorregadio, então é mesmo</li>
</ul>
<p>Um trecho de chão suspeito pode ser só mais uma mancha. Óleo? Cascalho?  Diesel que caiu de um caminhão? Pode não ser nada, mas é melhor diminuir  ANTES de pisar num sabãozão. Se não era nada, melhor.</p>
<ul>
<li>Estouro de pneu, e agora?</li>
</ul>
<p>Sem movimentos bruscos, se prepare para usar um pouco de músculos para  manter a trajetória. Alivie o acelerador e use o freio bem leve na roda  boa (traseira ou dianteira) e vá procurando a melhor direção para sair  da pista.</p>
<ul>
<li>Pingos na viseira</li>
</ul>
<p>Começou a chover. O asfalto apenas umedecido é muito mais escorregadio  que depois de uma forte chuva tropical, e você nunca sabe o quanto ele  está liso. Use máxima concentração, cuidado e suavidade nos controles.</p>
<ul>
<li>Emocionado</li>
</ul>
<p>Observe a você mesmo quando for sair. Se você está nervoso, triste, exausto ou ansioso, sente e conte até 100.</p>
<ul>
<li>Vista roupas adequadas</li>
</ul>
<p>Ponha roupas que sirvam bem em você e ao clima. Se você está com muito  frio ou com muito calor ou brigando com uma jaqueta onde cabem dois de  você, você já está com problemas.</p>
<ul>
<li>Deixe seu iPod em casa</li>
</ul>
<p>Você não vai ouvir o caminhão a tempo se estiver ouvindo música.</p>
<ul>
<li>Na chuva</li>
</ul>
<p>Pilotar na chuva é uma “arte” que se adquire com tempo, rodando nela. Se  aperfeiçoa quando nos concentramos no perigo que representa. No início  da chuva o piso fica mais escorregadio do que quando cai um forte  temporal e teoricamente “lava” o asfalto. Sempre devemos reduzir a  velocidade e nem por um segundo desviar a atenção da rota, procurando  sempre desviar locais que possam oferecer maior perigo por estarem  alagados ou com volume grande de água escorrendo.</p>
<ul>
<li>Aprenda a fazer desvios de emergência</li>
</ul>
<p>Esteja pronto para fazer dois desvios de emergência em seguida. Desvie  de um obstáculo pela esquerda e logo em seguida de volta à sua  trajetória original à direita, e vice-versa. A moto vai seguir seus  olhos, portanto olhe para o caminho e não para os obstáculos. Pratique  isso até que seja um reflexo normal, sem pensar.</p>
<ul>
<li>Seja suave em baixa velocidade</li>
</ul>
<p>De nada adianta sua enorme agilidade se você estiver devagar. Tire as  forças dos movimentos com um trabalho leve nos freios traseiros. Isso  minimiza muito indesejáveis transferências de peso e inércia, e facilita  alinhar e posicionar a moto exatamente onde e como desejamos.</p>
<ul>
<li>Piscar luz de freio</li>
</ul>
<p>As setas dos outros veículos te chamam a atenção porque piscam.  Pisadinhas leves no pedal ou toques rápidos no manete do freio dianteiro  antes de realmente frear sua moto vai alertar o tráfego atrás.</p>
<ul>
<li>Cruzamentos são todos perigosos</li>
</ul>
<p>TODOS os cruzamentos são perigosos. Nos bairros tranqüilos mais ainda.  Mesmo na preferencial sempre diminua e imagine que outro veículo que não  conhece a região pode cruzar a sua frente. Diminua, assim, pela metade a  chance de acidentes.</p>
<ul>
<li>Ajuste sua visão periférica</li>
</ul>
<p>Olhe para um ponto bem à sua frente. Agora procure ver as coisas ao seu  lado movendo apenas sua atenção, sem mover os olhos. Quanto mais você  conseguir ver sem virar os olhos ou a cabeça, mais cedo vai reagir aos  problemas.</p>
<ul>
<li>A noite</li>
</ul>
<p>Ajuste e limpe seus faróis e viseiras transparentes e tenha uma visão  melhor do que uma simples idéia do que está ali na frente. Ao anoitecer,  troque viseiras escuras pelas transparentes. Em estradas de mão dupla  procure manter-se afastado da divisória das faixas.</p>
<ul>
<li>Não trafegue perto ou ao lado de caminhões</li>
</ul>
<p>Se um daqueles pneus estourar, o que acontece com bastante freqüência,  ele vai se transformar em vários projéteis de borracha e aço.</p>
<ul>
<li>Paradas de emergência</li>
</ul>
<p>Desenvolva uma intimidade muito grande com seu freio dianteiro. Procure  um lugar deserto e seguro em asfalto liso e limpo. Faça dezenas de  frenagens começando bem suavemente e freando cada vez mais forte até  descobrir aquela força na mão ideal entre a frenagem máxima e a roda  travada (frenagem máxima = pneus CANTAM ligeiramente, mas a roda NÃO  TRAVA). Repita isso com cuidado MUITAS vezes até ficar muito prático.</p>
<ul>
<li>Pneus adequados</li>
</ul>
<p>Nada do que você leu até aqui vai servir a não ser que você tenha os  pneus adequados. Não os subestime. Tenha certeza que eles estão bem  calibrados o todo tempo. Procure cortes, pregos e outras porcarias que  tenham se prendido a eles. Procure sinais de ressecamento e desgaste.  Troque logo que puder, os pneus são a essência da dirigibilidade. E não  use pneus de marcas diferentes ou novo com usado na dianteira e na  traseira, isso muda completamente a estabilidade da moto.</p>
<ul>
<li>Respire fundo conte até 10 ou até 100</li>
</ul>
<p>Desculpe e peça desculpas, dê passagem e vá com cuidado, apreciando o  passeio. Deixar de andar a 150 km/h e demorar para chegar é muito melhor  que arruinar sua vida e ir para uma cadeira de rodas ou um caixão.</p>
<p>Fonte: http://comando-do-asfalto.blogspot.com/2012/02/confira-mais-de-30-dicas-de-direcao.html?spref=fb</p>
<p>Obrigado Magda.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.kansasclube.com.br/noticias/dicas-de-direcao-defensiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comunicação e sinalizações durante a viagem em grupo.</title>
		<link>http://www.kansasclube.com.br/noticias/comunicacao-e-sinalizacoes-durante-a-viagem-em-grupo/</link>
		<comments>http://www.kansasclube.com.br/noticias/comunicacao-e-sinalizacoes-durante-a-viagem-em-grupo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 20:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[

Diminuir a velocidade:

Braço esquerdo estendido, balançando para cima e para baixo com a palma da mão voltada para baixo.

Braço erguido e com a seta ligada:

Indica que o grupo vai tomar outra direção, ou virar para o lado em que a  seta esta ligada. Não fique constantemente com o braço erguido, esse  sinal é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/-wBEqZUoJiiQ/TzQMb9E9uqI/AAAAAAAAAFA/IhNhboiziSE/s1600/Viajar.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<ul>
<li>Diminuir a velocidade:</li>
</ul>
<p>Braço esquerdo estendido, balançando para cima e para baixo com a palma da mão voltada para baixo.</p>
<ul>
<li>Braço erguido e com a seta ligada:</li>
</ul>
<p>Indica que o grupo vai tomar outra direção, ou virar para o lado em que a  seta esta ligada. Não fique constantemente com o braço erguido, esse  sinal é apenas um alerta e você deverá abaixar seu braço assim que o seu  seguidor te veja e estiver levantando o dele.</p>
<ul>
<li>Braço erguido constantemente sem a seta esta ligada:</li>
</ul>
<p>Significa que na estrada tem algum problema, levante seu braço também e  fique atento, diminua a velocidade, prevendo uma possível parada no meio  da estrada. Se parar no meio da estrada for necessário, nunca o faço de  noite e saia sempre para o acostamento.</p>
<ul>
<li>Braço erguido apontando e existência de radar:</li>
</ul>
<p>Significa que se deve observar a velocidade da via, evitando assim a chegada de desagradáveis correspondências em casa.</p>
<ul>
<li>Braço esquerdo estendido com os dedos para baixo abrindo e fechando:</li>
</ul>
<p>Significa que a luz de pisca foi esquecia ligada.</p>
<ul>
<li>Braço esquerdo estendido com os dedos em movimento para cima:</li>
</ul>
<p>Significa que o farol esta desligado (apagado).</p>
<ul>
<li>Braço pendurado fazendo um movimento continuo da esquerda para direita:</li>
</ul>
<p>Significa que tem uma lombada logo à frente, reduza a velocidade e repasse o sinal para os que estão atrás fiquem atentos.</p>
<ul>
<li>Fila única:</li>
</ul>
<p>Braço flexionado acima da cabeça, mão espalmada, simulando uma barbatana de tubarão.</p>
<ul>
<li>Indicador para o chão ou perna estendida:</li>
</ul>
<p>Significa algum objeto ou buraco na pista, se você não estiver vendo o  que é, passe na mesma faixa qua a moto da frente passou, repasse o sinal  para que todos fiquem atentos.</p>
<ul>
<li>Sinal fechado no meio do grupo:</li>
</ul>
<p>Muitas vezes, quando atravessamos uma cidade e o grupo é muito grande,  sempre uma parte dele fica “presa” em algum semáforo no caminho, e o  capitão, por esta muito longe, não percebe. Para evitar que algumas se  percam por não conhecerem o trajeto, assim que passar pelo semáforo que  está preste a fechar, e notar que a moto que está atrás não conseguir  passar, o integrante deve buzinar intermitentemente, avisando o  integrante da frente. Este por sua vez, buzina para frente, e assim  sucessivamente, até que o “sinal” chegue ao capitão, que deverá encostar  a moto e esperar os que ficaram para trás.</p>
<ul>
<li>Problemas com combustível:</li>
</ul>
<p>Aproxime-se do Capitão da estrada e faça o sinal característico com o  seu indicador direcionado para seu tanque de gasolina e em seguida um  sinal de negativo com o polegar, se o capitão da estrada estiver muito  longe de você e ou sua máquina não for suficiente para alcançá-lo, vá  até o penúltimo da fila (ajudante ferrolho) ou até o ferrolho (ultimo da  fila), e faça o mesmo sinal. Um deles vai ter que se comunicar da mesma  forma com o Capitão da estrada.</p>
<ul>
<li>Você está passando mal:</li>
</ul>
<p>Da mesma forma acima, só que sinalize com o indicador para o seu peito e depois o sinal de negativo.</p>
<ul>
<li>Problemas com sua moto:</li>
</ul>
<p>Da mesma forma acima, só que com a mão espalmada em cima do tanque em seguida o sinal de negativo com o polegar.</p>
<ul>
<li>Parada para urinar:</li>
</ul>
<p>Se não for possível esperar a próxima parada programada sinalize com o  indicador para sua barriga e em seguida indicador e o polegar aberto (na  forma de um revolve) indicando para o chão. Esse sinal deverá ser  passado para o ajudante de ferrolho e para o ferrolho, logo após se  possível pare com segurança. Os avisados tomarão as seguintes  providências: o ferrolho vai avisar o capitão de estrada com o mesmo  sinal que por conseqüência este diminuirá a velocidade do grupo, o  ajudante passa a ser o ferrolho e quando a moto que parou retornar ao  grupo, este vai até o capitão, faz o mesmo sinal e completa com o sinal  de positivo, na qual retornarão a velocidade que era conduzido o grupo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/-l3w8cL5Jtso/TzQM-Uex3GI/AAAAAAAAAFI/KkG4eIkw7O0/s1600/Sinaliza%C3%A7%C3%B5es.jpg" alt="" width="757" height="850" /></p>
<p>Fonte: http://comando-do-asfalto.blogspot.com/2012/02/comunicacao-e-sinalizacoes-durante.html?spref=fb</p>
<p>Obrigado Magda.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Procedimentos para viagens em grupo.</title>
		<link>http://www.kansasclube.com.br/noticias/procedimentos-para-viagens/</link>
		<comments>http://www.kansasclube.com.br/noticias/procedimentos-para-viagens/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[

O motociclista deve comparecer ao local destinado para a saída com a  motocicleta abastecida e os pneus dela calibrados. Isso tem por fim  evitar atrasos desnecessários, bem como possível dispersão do grupo.
Combinado o local do destino, os motociclistas poderão escolher um &#8220;guia&#8221; e também o &#8220;ferrolho&#8221;.
LÍDER DE PERCURSO (GUIA):
Motociclista que irá à frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="post-body-2232719327150954849">
<div><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/-MgYllm3idGM/TzPCzlFfmGI/AAAAAAAAACc/69AboLOIGW8/s1600/motos+na+estrada.JPG" alt="" width="400" height="296" /></div>
<p>O motociclista deve comparecer ao local destinado para a saída com a  motocicleta abastecida e os pneus dela calibrados. Isso tem por fim  evitar atrasos desnecessários, bem como possível dispersão do grupo.</p>
<p>Combinado o local do destino, os motociclistas poderão escolher um &#8220;guia&#8221; e também o &#8220;ferrolho&#8221;.</p>
<p>LÍDER DE PERCURSO (GUIA):</p>
<p>Motociclista que irá à frente do grupo nos seus deslocamentos.</p>
<p>Critérios de escolha do Guia: conhecer melhor o trajeto a ser percorrido, ser experiente.</p>
<p>Atribuições  do Guia: manter a velocidade previamente acertada; sinalizar ao grupo  eventuais obstáculos; alertar sobre as paradas combinadas.</p>
<p>Em  qualquer passeio, havendo um guia ou não, é interessante que o grupo  somente proceda à largada depois do &#8220;OK&#8221; de todos os motociclistas,  devendo já estar previamente definidos os locais de parada e o trajeto.</p>
<p>FERROLHO:</p>
<p>Motociclista que irá na última posição do grupo nos seus deslocamentos.</p>
<p>Critérios de escolha do Ferrolho: possuir moto dentre as de melhor desempenho no grupo, ser experiente.</p>
<p>Atribuições  do Ferrolho: zelar pela unidade do grupo, procurando evitar que ocorra  espaçamento acentuado entre as motos do grupo; avançar de sua posição  até o líder de percurso, caso haja necessidade de avisá-lo acerca de  eventuais emergências ou situações que venham a alterar qualquer  procedimento anteriormente acordado; orientar o grupo quanto ao seu  correto posicionamento na faixa de rolamento.</p>
<p>OBSERVAÇÕES:</p>
<p>Líder  de percurso não deverá ser ultrapassado. No entanto, havendo a intenção  de um ou mais membros de &#8220;dar uma esticada&#8221;, deverão sinalizar tal  procedimento ao líder mediante uma buzinada ou aceno característico,  devendo retornar a sua posição no grupo ou parar no próximo ponto  previamente combinado.</p>
<p>Ao líder de percurso não é permitido &#8220;dar uma esticada&#8221;, já que é ele o responsável pela manutenção da velocidade combinada.</p>
<p>MAIS DICAS:</p>
<p>Qualquer membro poderá se deslocar até o líder ou ao Ferrolho para comunicar eventual necessidade de interrupção do percurso.</p>
<p>NA ESTRADA:</p>
<p>A formação do grupo deverá ser em duas filas indianas, paralelas e intercaladas, evitando-se o emparelhamento de motos.</p>
<p>As  motocicletas andarão sempre enfileiradas, do seguinte modo: a primeira  seguirá pelo lado esquerdo da faixa de direção; a segunda ficará do lado  direito, dentro da mesma faixa, alguns metros atrás da primeira e assim  sucessivamente. Acredita-se que esse modo de pilotagem tem duas grandes  vantagens:</p>
<p>• Permite a todos, quando necessário, a realização de frenagem, sem comprometer os companheiros;</p>
<p>• Não prejudica a ampla visão que o motociclista deve ter da estrada.</p>
<p>Duas  ou mais motos não devem dividir a mesma faixa da estrada (andar lado a  lado). Se o grupo rodar em fila, deve-se manter uma distância mínima  entre as motos, proporcional à velocidade.</p>
<p>Todos os participantes  do grupo devem estar sempre visualizando a motocicleta da frente e de  trás. Desse modo, evitar-se-á uma dispersão.</p>
<p>Tenha sempre em  mente que seu companheiro que vem atrás nunca sabe quando você vai frear  até ver sua luz de freio acender, portanto facilite, sempre dê uma ou  duas &#8220;beliscadas&#8221; no freio antes de frear propriamente, isso poderá  evitar um acidente!</p>
<p>Quando estiverem duas ou mais motos, a moto  da frente deverá estar sempre na esquerda da pista, pois ela estará em  breve preparando uma ultrapassagem e sua visão será melhor na esquerda,  se você vem logo atrás, não ultrapasse a da frente próximo de uma  ultrapassagem de veículo porque a atenção do piloto estará no trânsito  de sentido oposto e é bem provável que ele não perceba você entrando  pela esquerda dele.</p>
<p>É obrigação do motociclista, mormente quando  em passeio, respeitar as normas do trânsito, para que não ponha em risco  a vida dele e/ou a de terceiros.</p>
<p>São terminantemente proibidas as ultrapassagens dentro da mesma faixa de direção.</p>
<p>MAIS ALGUMAS:</p>
<p>As  paradas para abastecimento e outras eventuais paradas, será sempre em  postos situados do lado direito da pista. Evitando, assim, cruzamentos  perigosos.</p>
<p>Sempre que possível, havendo perigo à frente, o  motociclista levantará o braço esquerdo, para alertar os que venham em  sua retaguarda. Apontam-se para os buracos existentes na pista quando,  embora passíveis de desvio, demonstrem um certo perigo.</p>
<p>O  motociclista neófito (ou aquele que estiver em observação) viajará  sempre no final do grupo, entre dois motociclistas experientes. Os  motociclistas escolhidos para essa missão farão a ele um relato acerca  das condições da estrada, mostrarão ao novato a posição dele na viagem e  ensinarão a ele os sinais caracterizadores de perigo:</p>
<p>Ao chegar  no local do destino, os dois colegas comentarão as falhas que acreditam  tenham sido cometidas pelo novato, caso em que o retorno será procedido  da mesma forma como na vinda.</p>
<p>Tratando-se de motociclista em  observação, e sendo observado que ele demonstrou experiência em  pilotagem e viagem, os observadores o poderão liberar, desde que  comuniquem essa decisão ao Organizador do evento, ou ao substituto  deste, caso em que ao motociclista analisado será dada carta branca para  realizar a viagem de volta, não lhe sendo permitido, entretanto, ocupar  a posição de &#8220;guia&#8221; ou a de &#8220;ferrolho&#8221;.</p>
<p>Ao conduzir a  motocicleta, é importante que o motociclista faça uso de todos os  equipamentos de segurança pessoal, tais como: capacete, jaqueta , calça  grossa, bota, luvas etc.</p>
<p>Não será permitido nos passeios o uso de  motocicletas desprovidas de equipamentos tidos pelo Departamento de  Trânsito como obrigatórios, por exemplo, retrovisores, placa etc.</p>
</div>
<p>Fonte: http://comando-do-asfalto.blogspot.com/2012/02/procedimentos-para-viagens-em-grupo.html?spref=fb</p>
<p>Obrigado Magda.</p>
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		<title>Veja como escolher bem o seu capacete</title>
		<link>http://www.kansasclube.com.br/noticias/veja-como-escolher-bem-o-seu-capacete/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 14:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumaiu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como escolher bem o seu capacete

Carlos Bazela
Falar sobre a importância do capacete para os motociclistas é afirmar o óbvio. Entretanto, toda vez que esse item é assunto em uma discussão a relação entre preço e a proteção oferecida é sempre colocada em xeque e vem à tona a seguinte pergunta: afinal de contas, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><em><strong>Veja como escolher bem o seu capacete</strong></em></span></p>
<p><img src="http://revistamotoclubes.com.br/2012_02/images/Capacete.jpg" border="0" alt="" width="512" height="384" /><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"></p>
<p><em>Carlos Bazela</em></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Falar sobre a importância do capacete para os motociclistas é afirmar o óbvio. Entretanto, toda vez que esse item é assunto em uma discussão a relação entre preço e a proteção oferecida é sempre colocada em xeque e vem à tona a seguinte pergunta: afinal de contas, eu preciso pagar caro em um capacete para estar devidamente protegido na sua moto?</p>
<p>Em busca dessa resposta, fomos conversar com fabricantes, importadores e comerciantes e constatamos que, em primeiro lugar, o motociclista precisa saber contra o quê exatamente ele precisa se proteger.</p>
<p>Um piloto que deseja conhecer os limites de uma superesportiva durante em uma pista, por exemplo, precisa de um modelo que conte com cinta jugular de anel duplo para impedir que o mesmo escape em caso de uma queda em alta velocidade. Já em uma pilotagem urbana, velocidade não é problema – uma vez que existem limites a serem respeitados – mas, uma proteção efetiva em um acidente de trânsito faz toda a diferença.</p>
<p><strong>Seguros e confiáveis<br />
</strong>Para garantir a segurança a todos os brasileiros que andam de moto, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) criou a norma NBR 7471, que está em vigor desde fevereiro de 2001. Além de conferir as dimensões e o peso, a resolução também exige que todos os capacetes nacionais ou importados comercializados no Brasil passem por diversos testes de qualidade.</p>
<p>Os produtos têm sua resistência avaliada em quesitos como: resistência da cinta jugular, da viseira e durabilidade do casco no caso de choques sofridos pela parte superior, nas laterais e também na região da nuca contra superfícies planas e côncavas, com o intuito de simular guias lombadas. Tudo devidamente certificado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).</p>
<p>São essas as normas que devem ser atendidas por fabricantes como a Taurus Helmets, por exemplo, cujos produtos são inteiramente fabricados no país na planta de Mandirituba (PR). A marca tem no mercado capacetes como o San Marino que, segundo a própria Taurus, é líder de vendas desde sua estreia, em 1984. O clássico San Marino sai por volta de R$ 80, mas há outros modelos mais modernos como o recém lançado T5, com preço na faixa dos R$ 200.</p>
<p>O mesmo serve para a IRA, cujos produtos são desenhados aqui e produzidos na China, e também com os capacetes importados da Europa e do Japão, como AGV, LS2, Shark e Arai da qual o modelo top de linha pode chegar a custar em torno de R$ 3,4 mil.</p>
<p><strong>Dá no mesmo, então?<br />
</strong>Não é bem assim. Como foi mencionado no início da matéria, além do equipamento ser projetado de acordo com o seu uso, existem outros fatores que influem na escolha de do capacete. O principal deles é para quê você vai usá-lo. Por exemplo, se for andar na pista, recomenda-se usar um capacete Racing. Agora, se a idéia é pilotar em trilhas use um capacete Cross, daqueles com queixeira e aberto, mas que requerem o uso de um óculos de proteção.</p>
<p>Segundo Rodrigo Galdencio, vendedor da Casa do Capacete, em São Paulo (SP), outro item que os motociclistas levam em conta é o peso do equipamento. “Geralmente quando o cliente vem aqui ele procura um capacete para andar em alta velocidade. Então ele opta por modelo feito em fibra de carbono, que é mais leve do que os outros mais baratos que são feitos em plástico injetado”, afirma.</p>
<p>Conforto também é um diferencial. “O capacete veste bem. E tem também a questão do barulho. Eles [os capacetes mais caros] são mais silenciosos e também vibram menos”, conclui Galdencio.</p>
<p>Claro que não podemos nos esquecer da estética. Afinal, algo que vai estar com o motociclista – principalmente quem trabalha com a moto – durante a maior parte do dia precisa ser agradável aos olhos. Nesse ponto, os capacetes de valor mais elevado apelam para as competições para agradar aos clientes. Caso da italiana AGV, que disponibiliza para o consumidor réplicas dos modelos usados pelo piloto Valentino Rossi, que compete no Campeonato Mundial de MotoGP com uma Ducati.</p>
<p><strong>Vida útil<br />
</strong>Seja qual for a marca do capacete, um dos fatores mais importantes para continuar seguro é saber quando ele deve ser substituído. Gianfranco Ugo Milani, Gerente de Vendas da Taurus Helmets, é categórico: “Se cair e trincar ou rachar o capacete, ele vai pro lixo. Usar um equipamento com casco rachado compromete a segurança do motociclista”.</p>
<p>Pensando nisso, a LS2 criou, aqui no Brasil, uma espécie de “seguro contra acidente”. Quem compra um capacete da marca e sofre algum acidente no trânsito que inutilize o casco, pode trocá-lo por um novo apresentando o Boletim de Ocorrência junto com a Nota ou Cupom Fiscal. A validade do serviço é de dois anos após a compra.</p>
<p>Também é importante ressaltar que as normas brasileiras exigem uma proteção mais reforçada na região que corresponde à calota craniana, têmporas e nuca do que na parte da boca, por exemplo. Portanto capacetes abertos ou que apenas cumpram às normas podem não proteger a região do queixo. Por isso, é recomendável utilizar um capacete integral que tenha reforço na parte dianteira se você for usá-lo em viagens e estradas, onde a velocidade é mais alta.</p>
<p><strong>Dicas para escolher o tamanho certo</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Na hora de escolher um capacete, Caio Fontana, diretor Comercial e de Marketing da IRA, dá algumas dicas para você escolher um do tamanho certo:</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">1) Meça a circunferência da cabeça usando uma fita métrica. O número encontrado em centímetros será correspondente ao tamanho do capacete. Exemplos: 56 – S; 58 – M; 60 – L; 62 – XL; 64 – XXL.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">2) Procure pelo selo do Inmetro. A presença do Selo de Conformidade identifica que aquele produto passou pelos testes de resistência exigidos pela norma NBR 7471/2001.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">3) O capacete precisa encostar no couro cabeludo e as almofadas laterais nas bochechas. “É importante destacar que não pode haver um espaço entre o capacete e a cabeça”, adverte Fontana.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">4) Depois de prender a cinta jugular rente ao pescoço, verifique se é possível mover o capacete para os lados. Caso o motociclista consiga, recomenda-se que troque o modelo por outro de número menor.</p>
<p>Fotos: Carlos Bazela</p>
<p>Fonte: Agência Infomoto</span></p>
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